20 de novembro de 2012
8 de junho de 2012
Valeu a pena...
29 de outubro de 2011
28 de março de 2011
Teoria de Gaia
2 de setembro de 2010
26 de agosto de 2010
20 de agosto de 2010
IBGE: metade das cidades utiliza lixões a céu aberto
14 de agosto de 2010
Casa Ecológica
Home For Life propõe casa 100% carbono neutro
Retirado do site: http://verde.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=25168370
9 de agosto de 2010
Site fantástico
Este site é muito interessante. Excelente para pesquisas sobre brincadeiras infantis.
referente a:"Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player."
- Folha de S.Paulo - Mapa do Brincar (ver no Google Sidewiki)
22 de janeiro de 2010
Cristovam: o filme Avatar é para ser vivido como uma experiência - 18/1/2010
Show de estética/beleza e ética/decência, graças à boa-técnica usada para denunciar a má-tecnica.
Avatar não é para ser visto como um filme. É para ser vivido como uma experiência. Como um carnaval em Olinda, um fim de semana em Nova Orleans (de antes do furacão Katrina), uma visita a Machu Picchu, a Chernobyl (de agora) ou a Auschwitz. Uma experiência que está mais para dentro de nós do que para as imagens em frente, na tela ou na vida.
Claro que isso é transmitido pelos efeitos especiais, ainda mais pela possibilidade de três dimensões, mas também pelo roteiro e sua oportunidade.
A história traz toda lembrança da ocupação das Américas com o genocídio e o ecocídio: os milhões de índios destruídos de Norte aa Sul do continente e a destruição das florestas, a contaminação das águas e do ar, pelo processo de ocupação que começou nos 1500 e continua até hoje com o sistema industrial em vigor. Serve como denúncia da destruição ecológica levando ao aquecimento global e a todas suas consequências.
O filme mostra de forma magistral o confronto entre a brutal alta tecnologia alienada contra a natureza e os povos "primitivos" e a suave e integrada convivência entre esses "primitivos" e a natureza. Ainda passa o otimismo, sem ingenuidade, da vitória do suave integrado sobre o brutal alienado. Mesmo que saiamos do filme imaginando que todos os brutos, derrotados e sendo mandados de retorno para a Terra, voltarão em breve e terminarão vencendo e destruindo o equilíbrio ecológico em Pandora.
O filme é um show a favor da vida e de denúncia do poder tecnológico.
Sem deixar de nos oferecer o sentimento de gratidão à tecnologia que permitiu o filme ser feito. Mostrando que o problema não está na inteligência e criatividade do ser humano, mas no modo como a inteligência e a criatividade são usadas. A luta não é apenas entre o Coronel que usa as máquinas brutais e assassinas e Jake que opta pela natureza. É também entre os que desenham aquelas máquinas de morte e artistas como James Cameron e sua equipe que usaram a inteligência tecnológica para produzir o show, belo esteticamente e decente eticamente, que é Avatar.
http://www.cristovam.org.br/portal2/index.php?view=article&catid=18&id=3421:cristova-avatar-e-para-ser-vivido-como-uma-experiencia-1812010&format=pdf&option=com_content&Itemid=100054
11 de agosto de 2009
24 de dezembro de 2008
CHUVAS E DESEQUILÍBRIO ECOLÓGICO
http://planetasustentavel.abril.com.br/educacao/
26 de maio de 2008
MORTE DA MATA ATLÂNTICA

21 de abril de 2008
19 de janeiro de 2008
Consumo em alta mantém pressão sobre energia
Os preços de referência de energia elétrica permaneceram em R$ 569,59 por megawatt-hora (MWh) para as Regiões Sudeste/Centro-Oeste, Sul e Norte, conforme dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). É a segunda semana consecutiva em que os preços ficam no máximo previsto pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regulamenta a questão.Na Região Nordeste, os dados da CCEE apontam para queda de 3,8%, com o MWh caindo para R$ 548,14. No ano passado, nesta mesma época do ano, o MWh estava em R$ 17,59 nos quatro submercados. Em 2006, os preços eram de R$ 40,46 no Sudeste/Centro-Oeste e Sul e de R$ 16,92 no Norte e Nordeste. Em 2005, os preços de referência era de R$ 18,33 por MWh nos quatro submercados.
As chuvas em janeiro continuam muito abaixo do observado na média dos últimos 76 anos e houve uma piora na Região Norte. Nessa região, as chuvas de janeiro estão 62% abaixo da média histórica, o que surpreendeu o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e obrigou o operador a suspender a transferência de energia do Norte para o Nordeste. O complemento do suprimento do Nordeste tem sido feito pelas usinas do Sudeste, com a transferência de 2.800 MW médios, o que corresponde a 37% da carga regional. As chuvas no Nordeste também continuam fracas e estão 58% abaixo da média histórica. No Sudeste/Centro-Oeste as chuvas também estão fracas, 47% abaixo da média histórica para esta época do ano.
A "antecipação" do carnaval este ano, que cairá no dia 1º de fevereiro, e o término do horário de verão no próximo dia 17 vieram se somar à falta de chuvas para complicar a oferta de energia elétrica no País nos próximos meses. Os reservatórios das grandes hidrelétricas continuam muito abaixo da previsão do governo, devendo encerrar janeiro quase 10 pontos abaixo do previsto em dezembro. "A falta de chuvas é o fator principal, mas o carnaval mais cedo e o fim do horário de verão contribuem para aumentar o consumo e dificultar a oferta", disse um técnico que acompanha o dia-a-dia do setor.
As atividades econômicas tendem a se acelerar após o carnaval e o horário de verão colabora para evitar picos de energia no fim da tarde, já que há o ganho de uma hora no aproveitamento da claridade do sol. Com o término do horário de verão, os trabalhadores chegam mais cedo em suas residências, no momento em que as indústrias ainda estão em plena atividade. "Pode parecer pouco, mas milhões de pessoas abrindo as geladeiras e ligando a televisão ao mesmo tempo fazem diferença no consumo de energia, num momento em que as indústrias ainda não desligaram as máquinas", disse o técnico.
O ritmo da atividade econômica também contribui para ampliar o consumo de energia elétrica. No ano passado, pelas estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o aumento no consumo 49.734 MW médios, com aumento de 4,8% sobre a média de 2006. Em valores absolutos, isso significa um acréscimo de 2.261 MW médios adicionais a cada 12 meses.
Esse montante representa cerca de 50% da geração de todas as térmicas que estão em atividades atualmente. Ou seja, a cada dois anos, o mercado nacional "engole" a oferta das térmicas que estão em condições efetivas de operar. Se o Produto Interno Bruto (PIB) continuar crescendo, o aumento na demanda este será semelhante à do ano passado.
Fonte:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje
18 de janeiro de 2008
Vale investe em pesquisa sobre energia
Atualmente existem vários problemas relacionados aos processos de geração de energia elétrica no Brasil, tais como poluição e insuficiência de produção em algumas localidades.
Neste contexto, a Vale, o BNDES e a Sygma Tecnologia estão planejando fundar a Vale Soluções em Energia S.A., que tem como objetivo realizar pesquisas na área de geração de energia limpa, isto é, que não agridam ao meio ambiente.
O capital social da empresa será dividido da seguinte forma: 51% da Vale, a empresa de participações do BNDES (BNDESPar) ficará com 44% e a empresa paulista Sygma Tecnologia, Engenharia, Indústria e Comércio participa da sociedade com 5%.
O presidente da mineradora Roger Agnelli justificou a criação da empresa baseado no fato de que a Vale é uma grande consumidora de energia elétrica, logo deve garantir seu fornecimento e seu desenvolvimento sustentável no futuro.
A nova empresa, que na prática será o Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Energia (CDTE), terá um investimento inicial de 220 milhões de reais ao longo de três anos.
O programa prevê pesquisas em áreas tais como gaseificação de carvão térmico e de biomassa e produção de turbinas a gás e motores pesados multicombustíveis.
Além de uma equipe própria de cientistas e pesquisadores, a empresa contará também com convênios com as instituições de ensino ITA e USP.
A sede da empresa será no Rio de Janeiro, mas fisicamente estará instalada no parque tecnológico de São José dos Campos.
Fonte:http://ci.plugar.com.br/cgi-bin/plugarclipping
ONGs mantêm luta para salvar baleias na Antártida
A organização ambientalista Sea Shepherd anunciou hoje que continuará suas ações contra a caça de baleias, após recuperar os seus dois membros que estavam retidos desde terça-feira a bordo de um baleeiro japonês em águas da Antártida. O britânico Giles Lane, 35 anos, e o australiano Benjamin Potts, 28 anos, foram entregues hoje pela tripulação do Yashin Maru 2 ao navio Oceanic Viking, do Departamento de Alfândega australiano.
Em seguida, os dois foram devolvidos ao Steve Irwin, o barco do grupo de defesa do meio ambiente, segundo a imprensa da Austrália. "Continuaremos a perseguição até sermos obrigados a voltar. Vamos incomodar a frota japonesa e impedir que ela cace baleias", declarou Potts logo após a sua libertação.
No entanto, Paul Watson, capitão do Steve Irwin, disse que não tem a intenção de voltar a abordar os baleeiros japoneses.
Os dois ativistas subiram a bordo do Yashin Maru 2 no início da semana. O objetivo era entregar uma carta informando que a captura de baleias na região é ilegal. Eles alegam que foram retidos pela tripulação japonesa, contra a sua vontade. Mas os baleeiros insistem que o Steve Irwin abandonou a dupla após a abordagem.
Potts denunciou hoje os maus-tratos que sofreu de seus seqüestradores. Ele contou como tentaram jogá-lo no mar pela amurada, impediram qualquer contato com os governos australiano e britânico e deram muito pouca informação sobre as negociações para seu retorno.
Depois das dificuldades iniciais, os dois chegaram a se declarar em greve de fome. Só então a tripulação japonesa melhorou um pouco o tratamento, afirmou Potts.
O diretor internacional da Sea Shepherd, Johnny Vasic, afirmou que os ativistas estão com boa saúde e bem dispostos. Ele acrescentou que a estação da caça de baleias vai até março e que sua organização não abandonará sua iniciativa antes da saída dos baleeiros japoneses.
Fundada nos Estados Unidos em 1981, a Sea Shepherd Conservation Society se dedica a preservar o ecossistema marinho. A ONG combate a pesca ilegal, a destruição do habitat e o descumprimento de leis e tratados internacionais.
A Sea Shepherd não está sozinha na sua cruzada. O Greenpeace também está patrulhando as águas do santuário australiano de baleias. O Greenpeace anunciou hoje que sua embarcação Esperanza conseguiu tirar da zona de caça o Yashin Maru 2 e o navio de abastecimento Nisshin Maru, que tinha avistado dia 12 de janeiro, quando iniciou uma perseguição.
Sem o Nisshin Maru, os baleeiros não conseguirão trabalhar. É ele que recebe as baleias capturadas, para cortar e congelar a sua carne imediatamente, explicou um porta-voz do Greenpeace, Sakyo Noda.
O ministro porta-voz do governo japonês, Nobutaka Machimura, disse que o Japão estudará medidas para evitar "atos extremamente perigosos" contra seus baleeiros na Antártida.
O chanceler australiano, Stephen Smith, agradeceu a cooperação das autoridades japonesas, a do Oceanic Viking e a dos capitães do Yashin Maru 2 e do Steve Irwin para solucionar a crise dos dois ativistas.
Smith disse que o Ocean Viking continuará a sua missão inicial, de controlar a caça de baleias dos navios japoneses. A tripulação vai recolher fotos e vídeos que possam ser utilizados como provas na Corte Internacional de Justiça ou no Tribunal Internacional do Direito do Mar.
Um juiz australiano declarou ilegal a caça de baleias na reserva australiana na Antártida, não reconhecida pelo Japão.














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