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26 de agosto de 2010
11 de agosto de 2009
8 de dezembro de 2007
Pesquisa visa tratar derramamentos de óleo usando bactérias
No início de outubro, o navio Cosco Busan colidiu com uma das torres da ponte São Francisco - Oakland, na costa oeste dos Estados Unidos. O acidente provocou o derramamento de 58 mil galões de óleo na Bacia de São Francisco. Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas poderá produzir uma importante ferramenta para a contenção de acidentes ambientais como esse. Sob a coordenação da química Anita Marsaioli, o projeto testa a atuação de bactérias na degradação do óleo derramado.
A Petrobras financia o projeto e envia amostras de óleo para os experimentos. No laboratório, a química e doutoranda Georgiana Feitosa da Cruz procura simular a biodegradação do óleo que ocorre na natureza ao longo dos anos dentro do reservatório. Cruz recebe cinco amostras de cada reservatório os quais são selecionados pela Petrobras entre os mais produtivos da bacia de Campos. As amostras são analisadas em um cromatógrafo gasoso acoplado com espectrômetro de massas (CG-EM), um aparelho que fragmenta e identifica substâncias químicas presentes nas amostras e as diferencia por tamanho dos fragmentos.
O equipamento analisa o teor de hidrocarbonetos leves (HL) nas amostras. Quanto mais HLs, mais leve é considerado o óleo e maior o seu valor comercial por ser mais fácil o refino. Ao longo do tempo, o óleo vai perdendo esses hidrocarbonetos leves e se tornando pesado. Para o estudo da biodegradação são selecionadas as amostras mais ricas em HL que são colocadas em diferentes meios de cultivo. Segundo Cruz, esses meios são enriquecidos com vitaminas, com reguladores de pH e com um consórcio de microorganismos.
Um dos grandes desafios desse trabalho é encontrar um grupo de microorganismos consorciados que consiga biodegradar o óleo em diversos ambientes. O consórcio de microrganismos de ambientes extremos permite uma ação conjunta dessas bactérias o que seria impossível de forma isolada. "Trabalhamos com bactérias aeróbicas e anaeróbicas especialmente selecionadas de amostras coletadas dos reservatórios naturais de petróleo", explica Marsaioli.
Com estes procedimentos, os pesquisadores buscam conseguir uma coleção de bactérias capazes de biodegradar petróleo. Os consórcios podem se transformar em uma ferramenta de remediação do meio ambiente em casos de derramamento de óleo no oceano, por exemplo. Os cientistas já sabem que as bactérias associadas a esses meios no subsolo só conseguem fazer a degradação do óleo pesado porque produzem substâncias que são chamadas de biosurfactantes e que permitem que o óleo pesado seja transformado em uma emulsão. Por isso, outro objetivo desse trabalho, segundo a pesquisadora, é elucidar o caminho químico do processo através da coleta periódica de amostras e identificar substâncias potencialmente biosurfactantes.
Esse projeto faz parte da rede temática multidisciplinar de Geoquímica Orgânica, coordenada pelo químico Francisco Reis. O objetivo dessa rede é gerar conhecimentos que possibilitem, em longo prazo, criar procedimentos capazes de atuar na recuperação do meio ambiente em casos de desastres ambientais através de processos de biodegradação.
As redes temáticas, segundo Reis, foram adotadas pela Petrobras a fim de direcionar as pesquisas para os temas de maior interesse da sociedade e reunir trabalhos, com o mesmo foco e que sejam feitos por diferentes instituições de pesquisa do Brasil. A aplicação dos recursos, usados para renovar, construir e equipar laboratórios é fiscalizado pela ANP (Agência Nacional de Petróleo). Já a propriedade das pesquisas e o desempenho dos pesquisadores são supervisionados através de uma parceira com o Centro de Pesquisa da Petrobrás (Cenpes) no Rio de Janeiro.
7 de dezembro de 2007
Brasil é o 8º em ranking dos países que mais lutam contra mudança climática
O Brasil ficou em oitavo lugar na lista dos países que mais lutam contra as mudanças climáticas, entre as 56 nações mais poluentes do planeta, segundo um índice elaborado pela ONG Germanwatch e que é liderado pela Suécia.
O estudo também destaca os esforços do México e da Argentina, mas mostra um alerta em relação à Austrália, Estadoidos e Arábia Saudita.
O Índice de Performance sobre Mudança Climática 2008 avalia os esforços dos principais países emissores de CO2, e foi elaborado pela Germanwatch por ocasião da 13ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, realizada em Bali (Indonésia).
Entre as 20 primeiras colocações, além do Brasil, estão México (4º lugar) - atrás somente de Suécia, Alemanha e Islândia - e a Argentina (10º lugar).
Também fazem parte da lista 12 dos 27 países da União Européia (UE), entre eles Reino Unido (7º), França (18º), Hungria (6º) e Malta (14º).
Os 56 países analisados pelo índice são responsáveis por 90% das emissões de CO2 lançadas à atmosfera.
Entre os dez países mais poluentes e que fazem menos esforços destacam-se Rússia (50º), Canadá (53º), Austrália (54º), EUA (55º) e Arábia Saudita (56º).
O objetivo do índice, publicado pela Germanwatch desde 2006, é aumentar a pressão sobre os países industrializados que mais contribuem para o aquecimento global, entre eles EUA, com 21,44% das emissões de CO2; China (18,8%), Rússia (5,69%), Japão (4,47%), Índia (4,23%) e Alemanha (3%). EFE umj lg/an SOC:SOCIEDADE-SAUDE,SOLIDARIEDADE-DIREITOS
Fonte:Brasil é o 8º em ranking dos países que mais lutam contra mudança climática
O estudo também destaca os esforços do México e da Argentina, mas mostra um alerta em relação à Austrália, Estadoidos e Arábia Saudita.
O Índice de Performance sobre Mudança Climática 2008 avalia os esforços dos principais países emissores de CO2, e foi elaborado pela Germanwatch por ocasião da 13ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, realizada em Bali (Indonésia).
Entre as 20 primeiras colocações, além do Brasil, estão México (4º lugar) - atrás somente de Suécia, Alemanha e Islândia - e a Argentina (10º lugar).
Também fazem parte da lista 12 dos 27 países da União Européia (UE), entre eles Reino Unido (7º), França (18º), Hungria (6º) e Malta (14º).
Os 56 países analisados pelo índice são responsáveis por 90% das emissões de CO2 lançadas à atmosfera.
Entre os dez países mais poluentes e que fazem menos esforços destacam-se Rússia (50º), Canadá (53º), Austrália (54º), EUA (55º) e Arábia Saudita (56º).
O objetivo do índice, publicado pela Germanwatch desde 2006, é aumentar a pressão sobre os países industrializados que mais contribuem para o aquecimento global, entre eles EUA, com 21,44% das emissões de CO2; China (18,8%), Rússia (5,69%), Japão (4,47%), Índia (4,23%) e Alemanha (3%). EFE umj lg/an SOC:SOCIEDADE-SAUDE,SOLIDARIEDADE-DIREITOS
Fonte:Brasil é o 8º em ranking dos países que mais lutam contra mudança climática
5 de dezembro de 2007
Mutirão Ambiental! Evite Sacolas Plásticas

A Secretaria do Meio Ambiente,estará realizando no dia 08 de dezembro o Mutirão Ambiental.
"Reconhecendo os graves problemas ambientais, decorrentes das ações de diversas populações mundiais que buscam o progresso científico e tecnológico, sem atentar à importância da preservação do meio ambiente, como uma condição garantidora dasobrevivência da vida no nosso planeta, a Secretaria do MeioAmbiente do Estado de São Paulo desencadeará a partir do dia 8 de dezembro, inúmeras ações de conscientização da populaçãoquanto a utilização indiscriminada de sacolas plásticas como embalagem de variados produtos comercializados, cuja degradação, quando inutilizadas, demora grandes períodos de tempo, permanecendo na natureza."

Acesse o link: http://www.ambiente.sp.gov.br/mutiraoambiental/ e participe.
Acesse o link: http://www.ambiente.sp.gov.br/mutiraoambiental/ e participe.
Documentário " Mudanças do clima,Mudanças de Vida"
No site: http://www.greenpeace.org.br/clima/filme/home/, disponibiliza cópia do documentário do Greenpeace "Mudanças do Clima, Mudanças de Vidas".Mostrando como o aquecimento global já afeta o Brasil.
Vale apena conferir !!!!
Desmatamento zero com respeito à biodiversidade e às populações locais

Greenpeace lança em Bali proposta marco para reduzir a destruição de florestas tropicais, que representa 20% das emissões total de gases do efeito estufa no mundo.
Proposta do Greenpeace em Bali quer acabar com o desmatamento respeitando a biodiversidade e as populações locais.
Saiba mais acessando o link: http://www.greenpeace.org/brasil/greenpeace-brasil-clima/noticias/desmatamento-zero-com-biodiver
Estamos prontos para defender o planeta em Bali. Já os governos...

Começou na Indonésia a 13a. Conferência da Convenção de Clima da ONU e já estamos lá pressionando as autoridades para que assumam a responsabilidade de cortar pra valer as emissões de gases do efeito estufa.
Também estamos divulgando a importância de se limpar a matriz energética mundial e acabar com o desmatamento das florestas do planeta.
Fonte:http://www.greenpeace.org/brasil/greenpeace-brasil-clima/
Também estamos divulgando a importância de se limpar a matriz energética mundial e acabar com o desmatamento das florestas do planeta.
Fonte:http://www.greenpeace.org/brasil/greenpeace-brasil-clima/
4 de dezembro de 2007
Um planeta mais tropical
O padrão climático típico da zona tropical, destacada em vermelho no mapa acima, está avançando para latitudes mais altas do planeta (foto: Wikimedia Commons).O mundo está ficando mais tropical. O padrão de chuvas e temperatura típico das regiões situadas entre os trópicos está se estendendo a uma região cada vez maior. Dados reunidos por um estudo norte-americano indicam que a extensão do cinturão tropical já avançou pelo menos dois graus de latitude rumo aos pólos nas últimas três décadas – mais do que os climatologistas previam para todo o século 21. O fenômeno vem se juntar a outros sinais inequívocos do aquecimento global, como o aumento da temperatura do ar e dos oceanos, a elevação do nível do mar e o derretimento das calotas polares.
"A expansão observada dos trópicos é muito maior do que previam os modelos do clima global", explica à CH On-line o climatologista Qiang Fu, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. "As mudanças climáticas decorrentes da ação humana podem ser muito mais sérias do que se imaginava", completa Fu, um dos autores do estudo publicado esta semana na Nature Geoscience.
O padrão climático típico da zona tropical, destacada em vermelho no mapa acima, está avançando para latitudes mais altas do planeta (foto: Wikimedia Commons). Os Trópicos de Câncer e Capricórnio são delimitados geograficamente pelos paralelos situados a 23,5 graus ao norte e sul da linha do Equador, respectivamente. Já a climatologia define o cinturão tropical como a região com um clima caracterizado por temperaturas altas e chuvas constantes, diferentemente do padrão climático subtropical, encontrado em regiões de latitude superior e marcado por uma maior variação de temperatura e clima mais seco.
No entanto, esse padrão de chuvas e temperaturas característico tem ultrapassado o limite geográfico dos trópicos e atingido regiões subtropicais. O alerta foi lançado pela equipe de Dian Seidel, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês). O grupo avaliou estudos anteriores que mediram, com diferentes métodos e parâmetros, as variações no cinturão tropical entre 1979 e 2005. Em comum, todos esses estudos apontaram um aumento do cinturão, em extensão variável – a expansão medida nos diferentes trabalhos foi de 2º a 8º.
Impactos imprevisíveis
O aumento do cinturão tropical surpreendeu os cientistas. "Ainda não temos uma explicação para a expansão observada dos trópicos baseada nos modelos e teorias atuais sobre o clima", reconhece Qiang Fu. Os cientistas tampouco sabem dizer ao certo quais serão as conseqüências da extensão do cinturão tropical. Uma coisa é certa: a mudança nos regimes de precipitação e circulação de ventos provocadas pela expansão dos trópicos do planeta vai certamente afetar os ecossistemas naturais, a agricultura e a disponibilidade de recursos hídricos.
Um dos possíveis impactos é o avanço em direção aos pólos das regiões de clima subtropical seco. Segundo os autores, isso poderia afetar a região do Mediterrâneo, o México e sul dos Estados Unidos, o sul da Austrália e partes do continente africano e da América Latina. “É provável que uma expansão dos trópicos rumo aos pólos traga condições ainda mais secas a essas regiões de grande concentração populacional”, advertem os autores no artigo.
Fonte:http://cienciahoje.uol.com.br/107285
3 de dezembro de 2007
UE distribui software para calcular emissões poluentes
A União Européia lançou na sexta-feira o primeiro aplicativo que permite calcular, por meio do telefone celular, a quantidade de gases causadores do aquecimento global emitida por uma pessoa em suas atividades diárias.Chamada mobGAS, a tecnologia é capaz de indicar o nível de emissão pessoal de três gases com efeito estufa - dióxido de carbono, metano e óxido nitroso - a partir de informações sobre o tipo de transporte que o cidadão utilizou, o tempo que passou assistindo televisão ou que tipo de comida cozinhou em determinado dia.
O usuário pode optar por enviar seus resultados diários, mensais ou anuais ao site do aplicativo para que sejam comparados com a média nacional e mundial de emissões individuais.
Com base nesses dados, uma animação mostra a contribuição do cidadão para atingir as metas do Protocolo de Kyoto.
“Os comportamentos individuais, especialmente a forma como nos deslocamos, os aparelhos que utilizamos e os alimentos que ingerimos, podem influenciar as emissões de forma significativa. O estilo de vida e as opções dos consumidores constituem um fator chave e por isso é importante que as pessoas tenham consciência do impacto das suas opções”, defende a Comissão Européia(CE), órgão Executivo da UE.
Engajamento
Com o objetivo de engajar os cidadãos europeus na redução de emissões de gases de efeito estufa, a UE está fornecendo o aplicativo gratuitamente na página de internet http://mobgas.jrc.ec.europa.eu.
O custo associado com o download depende do plano de preços da operadora de celular.
O mobGAS pesa em média 146 Kb e está disponível em 21 idiomas europeus, por enquanto apenas para telefones celular.
“O celular é um aparelho que todos levam consigo na maior parte do tempo, então é possível usar algum momento tranquilo, em uma viagem de ônibus ou enquanto se espera por um compromisso, para fazer o calculo das emissões pessoais”, explica a CE.O aplicativo foi desenvolvido por cientistas do centro de pesquisas da CE (Joint Research Center) em parceria com a companhia portuguesa MobiComp.
Fonte:http://www.bbc.com
As plantas ajudam na despoluição de metais pesados
No futuro algumas espécies vegetais poderão funcionar como verdadeiras faxineiras de solos contaminados por metais pesados. É o que aponta estudo realizado no Laboratório de Fitopatologia Molecular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Já se sabia que algumas plantas são capazes de absorver agentes que contaminam o solo. A novidade é que, com os progressos da biotecnologia, diferentes espécies de vegetais poderão, nesse processo de limpeza, fazer uma espécie de trabalho em equipe. Para isso, os pesquisadores gaúchos pretendem desenvolver espécies transgênicas com elevada capacidade de absorver poluentes. “Em geral, as plantas nativas que absorvem metais são de pequeno porte, apresentando, conseqüentemente, baixo poder de absorção. O objetivo da pesquisa é identificar genes responsáveis por essa propriedade e então transferi-los para uma espécie de maior biomassa”, explica o fitopatologista Marcelo Gravina de Moraes, coordenador do projeto.
Na primeira etapa do trabalho, iniciado em 2000, os pesquisadores identificaram plantas nativas capazes de assimilar metais pesados. A carqueja (Baccharis trimera), conhecida na região Sul principalmente por suas propriedades medicinais, e a erva-moura (Solanum nigrum) estão entre as espécies que deverão ceder parte de seu patrimônio genético para uma planta com mais biomassa, cuja morfologia permita consumir um volume maior de poluentes.
“A mamona [Ricinus communis] é a espécie mais promissora que encontramos, devido ao seu caráter rústico”, conta Gravina. Segundo ele, a R. communis é também a planta mais viável do ponto de vista econômico, já que a partir dela é possível produzir biodiesel. “Poderemos aproveitar as folhas para acumular metais e o óleo para obter combustível”, planeja o fitopatologista.
Riscos e vantagens
Mas o pesquisador ressalta que alguns aspectos precisam ser avaliados antes de se pensar na aplicação ampla dos resultados iniciais das investigações. A questão da biossegurança é um deles – é preciso saber qual será o impacto dessas plantas geneticamente modificadas na natureza.
Outro fator, de caráter econômico, diz respeito ao estudo de viabilidade do processo para despoluir solos. Atualmente, a remoção de metais pesados da superfície terrestre é feita com o auxílio de retroescavadeiras – um processo caro, segundo Gravina – ou por meio de alternativas menos seguras, que possibilitam a migração desses metais para camadas mais profundas da terra, ameaçando o lençol freático.
A equipe de Gravaina pretende inicialmente aplicar os resultados de suas investigações para despoluir o solo do município de Lavras do Sul (localizado na região central do Rio Grande do Sul), que contém cobre em níveis considerados tóxicos. A contaminação da área se deve principalmente ao passado minerador da cidade, que cresceu em decorrência da extração desse metal. A mineração, os empreendimentos agrícolas e as atividades industriais são os principais agentes de contaminação do solo por metais pesados, como cobre, cádmio e dejetos de carvão.
Fonte:http://ceticismo.wordpress.com
30 de novembro de 2007
Permacultura

A Permacultura foi fundada na Austrália por Bill Mollison no final da década de 70. É um sistema de design para criar ambientes humanos sustentáveis e produtivos, em equilíbrio e harmonia com a natureza.
A Permacultura cria sistemas ecologicamente corretos, economicamente viáveis, que supram as próprias necessidades, que não explorem ou poluam e que sejam sustentáveis a longo prazo.
A idéia de sustentabilidade não é nova. Nossos ancestrais já tinham essa informação e faziam questão de passá-la adiante, de geração em geração. Uma das partes mais importantes dessa auto-preservação foi o reconhecimento da nossa interconexão com a natureza de uma maneira holística. Em algum momento na história da humanidade, principalmente a partir da Revolução Industrial, nós paramos de ouvir os nossos idosos e começamos a esgotar recursos e disconectar da natureza que suporta toda a vida no planeta.
OPA aspira em restabelecer essa inter-conexão com a natureza através da Permacultura. Nós retornamos para a inteligência dos nossos ancestrais com respeito à realidade do nosso momento.
Objetivos do OPA na área de permacultura urbana:
1) Demonstração
- Técnicas de construções alternativas para o ambiente urbano
- Energia renovável
- Captação e armazenagem da água da chuva
- Banheiros compostáveis
- Berçários de Plantas Nativas
- Jardins urbanos e produção de alimentos
- Combustível de óleo vegetal
2) Educação & Extensão
- Cursos de Permacultura
- Programa de Informática para jovens e crianças
- Programa de Óleo Vegetal
- Biblioteca e Publicações
- Programa de aprendizagem da Língua Inglesa
Fonte: http://www.opabrasil.org/portuguese/permacultureport.html
A Permacultura cria sistemas ecologicamente corretos, economicamente viáveis, que supram as próprias necessidades, que não explorem ou poluam e que sejam sustentáveis a longo prazo.
A idéia de sustentabilidade não é nova. Nossos ancestrais já tinham essa informação e faziam questão de passá-la adiante, de geração em geração. Uma das partes mais importantes dessa auto-preservação foi o reconhecimento da nossa interconexão com a natureza de uma maneira holística. Em algum momento na história da humanidade, principalmente a partir da Revolução Industrial, nós paramos de ouvir os nossos idosos e começamos a esgotar recursos e disconectar da natureza que suporta toda a vida no planeta.
OPA aspira em restabelecer essa inter-conexão com a natureza através da Permacultura. Nós retornamos para a inteligência dos nossos ancestrais com respeito à realidade do nosso momento.
Objetivos do OPA na área de permacultura urbana:
1) Demonstração
- Técnicas de construções alternativas para o ambiente urbano
- Energia renovável
- Captação e armazenagem da água da chuva
- Banheiros compostáveis
- Berçários de Plantas Nativas
- Jardins urbanos e produção de alimentos
- Combustível de óleo vegetal
2) Educação & Extensão
- Cursos de Permacultura
- Programa de Informática para jovens e crianças
- Programa de Óleo Vegetal
- Biblioteca e Publicações
- Programa de aprendizagem da Língua Inglesa
Fonte: http://www.opabrasil.org/portuguese/permacultureport.html
Cana-de-açúcar domina áreas prioritárias para conservação do Cerrado
Alerta é de estudo feito pelo Instituto Sociedade, População e Natureza. Locais definidos como essenciais para preservação estão dando lugar ao cultivo. As áreas que o Ministério do Meio Ambiente definiu como prioritárias para a conservação do Cerrado estão sendo invadidas pelo cultivo da cana-de-açúcar, de acordo com um levantamento do Instituto Sociedade, População e Natureza, um centro de pesquisas sem fins lucrativos, divulgado nesta sexta-feira (30). O problema ameaça não apenas os recursos naturais da região, mas também as populações que vivem no local e a segurança alimentar dos moradores.
O Cerrado é o segundo bioma mais ameaçado do país, atrás apenas da Mata Atlântica. Se estendendo ao longo de cerca de dois milhões de quilômetros quadrados, faz ligação com todos os outros biomas do país, a Amazônia, a Caatinga, o Pantanal e a Mata Atlântica.
Como não existe um monitoramento oficial, fica difícil saber exatamente o quanto do Cerrado brasileiro está sendo destruído. Mas as estimativas indicam que o desmatamento na região seja ainda maior que o do Amazônia e que, ao longo dos últimos dez anos, o Brasil perdeu a metade da cobertura original de Cerrado.
Os pesquisadores do ISPN traçaram o perfil das grandes culturas da região, de acordo com Nilo D’Ávila, assessor de políticas públicas do Instituto. Ao analisar as áreas que o Ministério do Meio Ambiente havia declarado, em junho passado, como “prioritárias” para a conservação do bioma, eles levaram um susto.
“Surpreendentemente, as áreas em que o Ministério se debruçou, as que precisam ter atenção, estão repletas de cana”, afirmou D’Ávila ao G1. “Onde o Ministério finalizou que iria ter um trabalho, a indústria da cana está chegando primeiro”, disse ele.
É o caso dos municípios de Goianésia e Barro Alto, em Goiás, em uma região considerada uma prioridade “muito alta” para o uso sustentável, segundo o Ministério, que está “dominada pela cultura da cana”, segundo o levantamento do ISPN. O caso se repete em outras áreas goianas e em outros estados.
Na nascente do rio São Lourenço, no Mato Grosso, a cana-de-açúcar se espalha exatamente pela mesma área onde se deveria ser instalado um corredor de biodiversidade para migração das espécies. O centro do estado de São Paulo, área de prioridade “extremamente alta” para o MMA, está tomado pela cana.
Para Nilo D’Ávila, “já passou da hora do MMA fazer alguma coisa”. Ele sugere um plano de ação urgente, que envolva dois pontos principais. “Primeiro, é preciso criar um plano de combate ao desmatamento no Cerrado nos moldes do que já é feito na Amazônia”, afirma. “Em segundo lugar, é preciso definir regiões de proteção para instalação a curto prazo de projetos de sustentabilidade.”
O G1 entrou em contato com a assessoria de comunicação do Ministério do Meio Ambiente, mas não obteve retorno.
Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL199807-5603,00-CANADEACUCAR+DOMINA+AREAS+PRIORITARIAS+PARA+CONSERVACAO+DO+CERRADO.html
O Cerrado é o segundo bioma mais ameaçado do país, atrás apenas da Mata Atlântica. Se estendendo ao longo de cerca de dois milhões de quilômetros quadrados, faz ligação com todos os outros biomas do país, a Amazônia, a Caatinga, o Pantanal e a Mata Atlântica.
Como não existe um monitoramento oficial, fica difícil saber exatamente o quanto do Cerrado brasileiro está sendo destruído. Mas as estimativas indicam que o desmatamento na região seja ainda maior que o do Amazônia e que, ao longo dos últimos dez anos, o Brasil perdeu a metade da cobertura original de Cerrado.
Os pesquisadores do ISPN traçaram o perfil das grandes culturas da região, de acordo com Nilo D’Ávila, assessor de políticas públicas do Instituto. Ao analisar as áreas que o Ministério do Meio Ambiente havia declarado, em junho passado, como “prioritárias” para a conservação do bioma, eles levaram um susto.
“Surpreendentemente, as áreas em que o Ministério se debruçou, as que precisam ter atenção, estão repletas de cana”, afirmou D’Ávila ao G1. “Onde o Ministério finalizou que iria ter um trabalho, a indústria da cana está chegando primeiro”, disse ele.
É o caso dos municípios de Goianésia e Barro Alto, em Goiás, em uma região considerada uma prioridade “muito alta” para o uso sustentável, segundo o Ministério, que está “dominada pela cultura da cana”, segundo o levantamento do ISPN. O caso se repete em outras áreas goianas e em outros estados.
Na nascente do rio São Lourenço, no Mato Grosso, a cana-de-açúcar se espalha exatamente pela mesma área onde se deveria ser instalado um corredor de biodiversidade para migração das espécies. O centro do estado de São Paulo, área de prioridade “extremamente alta” para o MMA, está tomado pela cana.
Para Nilo D’Ávila, “já passou da hora do MMA fazer alguma coisa”. Ele sugere um plano de ação urgente, que envolva dois pontos principais. “Primeiro, é preciso criar um plano de combate ao desmatamento no Cerrado nos moldes do que já é feito na Amazônia”, afirma. “Em segundo lugar, é preciso definir regiões de proteção para instalação a curto prazo de projetos de sustentabilidade.”
O G1 entrou em contato com a assessoria de comunicação do Ministério do Meio Ambiente, mas não obteve retorno.
Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL199807-5603,00-CANADEACUCAR+DOMINA+AREAS+PRIORITARIAS+PARA+CONSERVACAO+DO+CERRADO.html
24 de novembro de 2007
O confronto entre Mídia e Meio Ambiente
A mídia informa e é capaz de legitimar representações e conceitos diante da sociedade. Suas ações marcam espaços e maneiras de ser, pensar e agir perante as questões que tangem às relações humanas. Já o meio ambiente é o que nos permite sobreviver sobre o planeta Terra. Ele incorpora a água que bebemos, o ar que respiramos, os recursos naturais com os quais produzimos alimentos, roupas, proteção e conforto. Haveria motivos para a mídia confrontar-se com aquilo que nos mantêm vivos?
É um paradoxo observar que, muitas vezes, quem poderia esclarecer os cuidados e riscos que o meio ambiente necessita para sua preservação (e aqui, implícita, está a manutenção da vida do homem) trata esta de modo indiferente. Parece, à primeira vista, inadmissível que a maior fonte de disseminação das informações reserve o espaço destinado às reflexões sobre as condições do nosso habitat para notícias de cunho ambiental meramente ilustrativas. Refiro-me às matérias jornalísticas focadas em curiosidades da vida animal, em fatos pitorescos do cotidiano que abrangem a fauna ou a flora e de espetacularizações em cima de fenômenos naturais. A tragédia ou o desastre ambiental pauta os meios de comunicação em virtude, especialmente, do tom apocalíptico que se impõe à notícia.
Sabemos que os jornais e programas jornalísticos em geral buscam o conhecido "furo". Esse jargão, amplamente difundido dentro das redações, demarca a questão da importância dada às informações publicadas na mídia: mais vale divulgar o inusitado pífio ao problema que, mesmo sendo de relevância, seja permanente. Nota-se muito tal descaso em jornais de veiculação diária. Embora hoje em dia já existam editorias específicas para a pauta sobre meio ambiente, estas são restritas e mal-aproveitadas. Os próprios repórteres encarregados das seções indicadas não possuem domínio dos termos utilizados nesse campo. Faltam recursos para a produção de reportagens maiores e as páginas destinadas ao tema são as de menos valor. Conclui-se que, apesar de existir exceções, a notícia ambiental é desprestigiada pelas empresas jornalísticas, resultando em matérias pouco atrativas e de pouco interesse público.
É claro que não podemos generalizar. Há veículos de comunicação que desempenham satisfatoriamente sua responsabilidade social e ambiental diante de seus receptores. Nos dias de hoje, vê-se na internet um enorme leque de possibilidades de endereços eletrônicos que informam de maneira compreensível as problemáticas que envolvem o meio ambiente. Também há editorias de impressos e blocos de programação, radiofônica e televisiva, que proporcionam uma visão consciente sobre a temática.
O que pretendo frisar são os aspectos que impedem que a notícia ambiental, em sua essência, seja colocada para a sociedade. Haveria motivos para ocultar fatores que põe em risco nosso mundo? Se os interesses econômicos e políticos prevalecem sobre a existência humana, com certeza, está faltando um pouco de ética no jornalismo que consumimos.
Sabemos, já há algum tempo, que o poder legitimado pela mídia não prioriza a conservação humana. As pressões pelas quais são submetidos os jornalistas, emaranhados nas frágeis redes da estrutura do exercício da profissão, os fazem temer desvelar os jogos de complacência construídos no meio midiático. Além disso, a falta de qualificação não os permite noticiar com clareza as pautas ambientais.
Urge, em vista do que foi exposto, reforçar as bases do jornalismo, primordialmente no que tange às circunstâncias ambientais. A valorização do respeito ao meio em que vivemos e de suas conseqüências carecem ter mais visibilidade por parte dos meios de comunicação. Na teoria, a formação jornalística por si só já faria uso de temáticas sociais, em prol de sua atividade cívica de informar (o que incluiria no hall de suas abordagens o meio ambiente), porém, na prática, é preciso apelar constantemente pelo enfoque do tema. Quando é que os atores construtores dos assuntos lançados na mídia irão se dar conta de suas falhas? Como poderemos crer em uma sociedade mais consciente se a mídia vai de encontro ao bem-estar comum?
Lutemos para que a veiculação da informação ambiental cresça e se solidifique, no intuito de evitar que os erros e prejuízos prevaleçam por tempo indeterminado. O meio ambiente pede ajuda. O confronto aparentemente constituído não precisa (e nem deve!) ser permanente. À mídia, mais isenção e responsabilidade ambiental. Ao meio ambiente, forças para continuar apontando os deslizes humanos e conseguir seu espaço na consciência social.
Fonte:http://www.agricoma.com.br
21 de novembro de 2007
Recuperação da prata de radiografias
Apesar da quantidade de prata nas radiografias variar muito em função das chapas escolhidas, são obtidos cerca de 2 gramas de prata com 98,50% de pureza para cada m2 de radiografia.Um dos metais mais populares de nossa civilização, a prata (e suas ligas) tem sido utilizada em jóias, talheres, espelhos, objetos decorativos e etc. Está presente também nas fotografias branco e preto e nas radiografias, sendo nesses últimos, considerados como fontes secundárias de prata de grande interesse comercial por ser uma atividade lucrativa e constituir matéria-prima sem custo.Estima-se, em média, que a prata potencialmente recuperável de negativos de filmes preto e branco é de cerca 0,5g/m2 ao passo que esse número pode aumentar 10 vezes para radiografias.Algumas técnicas vêm sendo estudadas e desenvolvidas para recuperação de prata a partir de filmes, de resíduos de laboratório e outros materiais. Porém muitas destas técnicas, apesar de serem eficientes na recuperação do metal, criam resíduos extremamente tóxicos (como os cianetos) que são lançados no ambiente ou apresentam grande gasto de energia elétrica.
Para recuperação de prata a partir de radiografias, devem ser considerados os seguintes aspectos, em igual relevância:
. simplicidade na execução. menor quantidade de reagentes
. baixo custo dos reagentes . geração de menor quantidade de resíduos
. geração de resíduos menos tóxicos. bom rendimento
. potencialidade na recuperação/tratamento dos resíduos
Seguindo o objetivo de se extrair a prata da radiografia por um processo barato sem a geração de resíduos químicos perigosos, a equipe do CEFET desenvolveu o processo que consiste nas seguintes etapas:
1) Tratamento da radiografia com uma solução de hipoclorito de sódio 2,0% (água sanitária) sendo gerados:
· um resíduo sólido que contém a prata sob a forma de vários compostos químicos;
· películas radiográficas “limpas”.
. baixo custo dos reagentes . geração de menor quantidade de resíduos
. geração de resíduos menos tóxicos. bom rendimento
. potencialidade na recuperação/tratamento dos resíduos
Seguindo o objetivo de se extrair a prata da radiografia por um processo barato sem a geração de resíduos químicos perigosos, a equipe do CEFET desenvolveu o processo que consiste nas seguintes etapas:
1) Tratamento da radiografia com uma solução de hipoclorito de sódio 2,0% (água sanitária) sendo gerados:
· um resíduo sólido que contém a prata sob a forma de vários compostos químicos;
· películas radiográficas “limpas”.
2) Em seguida o resíduo sólido é tratado com hidróxido de sódio sólido em água por aquecimento durante 15 minutos. Nesta fase obtém-se o óxido de prata misturado a impurezas.
3) Faz-se o aquecimento do óxido de prata com uma solução de sacarose por 60 minutos obtendo-se a prata impura sólida que ainda não apresenta brilho.
4) Finalmente é feito o aquecimento da prata a 1.000ºC por 60 minutos numa mufla (um tipo de estufa) e obtém-se a prata pura e com brilho.
Fonte:http://www.recicloteca.org.br
14 de novembro de 2007
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