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10 de dezembro de 2007

Boneco de neve com lâmpada.

Material

-1 lâmpada
- Fundo para tinta PVA nas cores branca, preta, azul e laranja
- Pincéis
- Giz pastel
- Feltro vermelho
- Palha da costa
- Fuxico
- Miçanga dourada
- Biscuit branco
- Cola quente

Passo-a-passo

- Primeiro passe a base para tinta na lâmpada. Isso ajuda a fixar a tinta depois.

- Espere secar e comece a pintura. Primeiro desenhe com lápis a carinha de um boneco. Passe tinta preta por cima do risco.

- Agora vêm os detalhes do rosto. Na sombra dos olhos vai tinta azul. Os olhos ganham brilho com dois pontinhos de tinta branca.

- Para o gorro, separe um pedaço de feltro vermelho de 19x15 centímetros. Faça uma dobra na parte mais larga e fixe com cola quente. Mais uma dobra e cole novamente. Junte as duas pontas do feltro e passe mais cola.

- Vai cola também na parte interna do gorro, que deve ser pressionada sobre a cabeça do boneco até firmar bem.

- A graça agora é fazer um laço no gorro usando palha da costa. Finalize com um fuxico e uma miçanga dourada.

- Picote as laterais do feltro e amarre na parte de baixo da lâmpada.

- O nariz é uma bolinha feita com massa de biscuit. Para ficar charmoso, pinte de amarelo-laranja.

- Por fim, passe giz pastel para deixar as bochechas coradas.Está pronto o boneco!
Fonte:http://maisvoce.globo.com/

5 de novembro de 2007

Sugestões de Atividades Relacionadas a Resíduos

Inserir a Educação Ambiental às atividades escolares rotineiras nada mais é do que tomar como foco principal de toda e qualquer atividade, a questão ambiental que esteja inserida no contexto do conteúdo que está sendo desenvolvido.Não é necessário ser um biólogo ou engenheiro agrônomo, engenheiro florestal,cientista, para falar em Educação Ambiental. Na verdade, todos nós somos (ou deveríamos ser) Educadores Ambientais,só nos falta a prática.Esta prática vamos adquirir na medida em que tivermos coragem de ousar.Aquilo que não soubermos,iremos aprender junto com as crianças, pois o nosso direcionamento é a curiosidade delas.Apontamos as temáticas para despertar o interesse nos assunto.O nosso desafio maior é desafiarmos nossas crianças. São elas que nos levarão às práticas seguras.Basta seguirmos na mesma direção despertando sempre o desejo do aprender através de uma aprendizagem real e significativa.As sugestões que serão apresentadas foram realizadas em atividades do “Projeto Vida – Educação Ambiental” (hoje Projeto APOEMA - Educação Ambiental) e obtiveram resultados muito positivos e satisfatórios. Cabe salientar que elas poderão ser adaptadas para diferentes enfoques ou temas que aqui estão abordados.

Confecção de mini-hortinhas com garrafas pet

Materiais necessários: garrafas pet, tesoura, terra, mudinhas ou sementes.

Procedimentos: Deite a garrafa pet e corte um dos lados da “barriga” da garrafa, sem atingir o fundo nem a boca da garrafa. Faça pequenos furinhos no fundo e coloque terra. Em seguida, plante as sementes ou as mudas e é só cultivar com cuidado. Como suporte podemos usar caixas de ovos para que não fiquem diretamente no chão e, de tempos em tempos, estes suportes poderão ser substituídos, pois podem apodrecer com a umidade que escorre do excesso da água pelos furinhos da garrafa.

Confecção de um minhocário

Materiais necessários para cada minhocário
Uma garrafa pet de 2 litros e uma menor de água mineral brita ou pedrinhas, terra, saco de lixo preto, minhocas.

Procedimentos
Corte a garrafa pet tirando o bocal. No fundo da garrafa pet coloque brita (não há necessidade de furar o fundo da pet). Sobre a brita coloque a garrafa menor (com água e tampa) dentro da garrafa pet. Ao redor, despeje a terra e largue as minhocas. Após terminar, utilize um saco de lixo escuro para envolver a garrafa, pois as minhocas não são acostumadas com claridade. Não é necessário molhar, pois a garrafinha com água fornece umidade para a terra, a não ser que seja uma região de excessivo calor, molhe de vez em quando, podendo colocar alguns lixos orgânicos sobre a terra para alimento das minhocas. Depois de dias, ao tirar o saco de volta da garrafa poderemos observar os caminhos das minhocas bem definidos. Volte a cobris com o saco de lixo evitando a luz para as minhocas.

Confecção de máscaras com massa de papel

a) Preparo da massa de papel para modelar: liquidificar o papel picado – para cada três punhados de papel picado, meio copo do liquidificador com água – bater e despejar em uma bacia e ir fazendo até ter bastante polpa. Espremer o excesso de água e adicionar uma colher de sopa de cola ou grude para cada “bolo” de massa de papel espremido e ir colocando em uma bacia. Quando tiver massa suficiente, é só começar a confeccionar a máscara.

b) Para confeccionar a máscara, fazer uma bola de papel jornal amassando várias folhas até formar uma esfera de forma ovalada. Sobre esta esfera, confeccionar a máscara.

c) Dias depois a máscara estará seca e poderá ser pintada, de preferência com tinta plástica ou acrílica.

d) Pode ser sugerida a confecção de potes, formas geométricas, além das máscaras, com os mesmos procedimentos.

Confecção de carimbos de cordão com restos de madeira

a) Colocar à disposição dos/as educandos/as os materiais necessários para a confecção dos carimbos: tocos de madeira (que podem ser solicitados em madeireiras ou fábricas de molduras, móveis) e cordão de algodão ou lã (o cordão é melhor).

b) Apresentar alguns modelos de carimbos com formatos variados (estrela, árvore, sol, lua, etc.).

c) Confecção dos carimbos propriamente ditos.

d) Confecção de um painel em grupos, utilizando os carimbos confeccionados.

Confecção de cartões com sucata

Apresentar diversos tipos de lixo de papel e papelão: revistas, jornais, caixas de embalagens, caixas de papelão.Cada participante escolhe materiais para elaborar um cartão ambiental utilizando técnicas sugeridas pelo/a professor/a:


*Dobradura;

*Recorte e colagem;

*Rasgadura;

*Confecção do cartão propriamente dita;

* Exposição e relato da confecção do cartão ao grande grupo.

Atividade de Educação Ambiental de Primeiro à Terceiro

A Educação Ambiental nas séries mais avançadas, além da conscientização, visa desenvolver, também, um senso crítico nos alunos a partir do momento em que constróem o conhecimento pela percepção e reflexão sobre a realidade vivenciada e experimentada por eles.Por estarem com uma capacidade de abstração mais desenvolvida, estes alunos conseguirão com mais facilidade relacionar os conteúdos de Educação Ambiental estudados na escola com sua vida em comunidade. Assim, aprenderão a buscar subsídios para abraçar uma luta visando uma melhor qualidade de vida ambiental.

As sugestões, então, são as seguintes:

Levantamento de materiais sobre o tema Águas (pelos alunos) como jornais, revistas, livros, vídeos, etc. É desejável, de preferência, que estes materiais sejam reproduzidos ou expostos em painéis (para serem lidos pelos alunos à medida em que chegam na sala de aula) para que todos recebam a informação e montem um arquivo próprio (pasta, caderno, apostila...).

2) Realização de Pesquisas de campo :

2.1) Discutir com os alunos o que é, como proceder e por que fazer pesquisas de campo;

2.2)
Levantamento de dados, realizado pelos alunos, com os agentes transformadores integrantes do bairro (moradores, comerciantes, empresários, dirigentes de associação de bairro) que possam qualificar as condições de vida no bairro;

2.3) Levantamento de dados quantitativos nos postos de saúde e escolas, para obter o número de atendimento por tipo de doenças, número de alunos por escola ...

2.4)
Observar os resultados para, em seguida, transpor estes caminhos e anotações para a planta do bairro, aproveitando para identificar os agentes transformadores deste espaço e pontuá-los na planta (associação de bairro, escolas, igrejas, comércio, indústria...)

3) Análise dos dados:

3.1) Produzir cartogramas com os dados. Pode ser feito sobre uma base topográfica ou sobre uma maquete;

3.2) Detectar pontos críticos e destacar áreas de risco para a saúde dos moradores.

4) Montar uma maquete geoambiental da bacia:

4.1) Reproduzir uma base topográfica e hidrográfica;

4.2) Sobrepor as informações já cartografadas.

5) Montar uma maquete sobre "O cíclo da Água". Seria interessante fazer uma representação tridimensional de como ocorre o ciclo natural e artificial da água. Esta ajudaria os alunos a entenderem quais os caminhos percorridos pela água, sua relação com o relevo, solo, vegetação, energia solar e as ações antrópicas. Pode ser feita com materiais simples e baratos (base de isopor e massa de farinha, sal e água pintada com guache ou tinta para tecido; base de papelão, modelado com massa de papel velho dissolvido em água e cola, ou ainda com base de argila.

6) Monitoramento:

Após comprovar a qualidade da água (com o uso do kit), o professor poderá realizar debates com os alunos, convidar outras pessoas do bairro ou da comunidade para fazerem outros debates (vários enfoques), além de orientar na elaboração dos resultados finais.

7) Produção de textos:

7.1) Elaboração de um relatório. Este pode ser feito em forma de artigo que possa ser mandado para algum jornal, revista...)

7.2) Produção de material para divulgação à população como panfletos, jornais, cartazes, etc.

7.3) Organizar um seminário com a participação dos alunos, dirigentes de associações, médicos sanitaristas, imprensa, etc;

7.4) Fazer a exposição dos trabalhos em forma de: painéis; teatro; poesia; gincanas; desenhos e pinturas.

Fonte:http://educar.sc.usp.br

2 de novembro de 2007

LEITE VENENOSO

Quem imaginaria que nosso leitinho santo de cada dia, aquele que você dá ao seu filho, imaginando o quanto aquele copo do abençoado líquido está colaborando para o desenvolvimento de sua criança. Mal sabíamos o mal que estavamos fazendo. Isso tem algo a ver com currículo oculto? Comentem esta postagem, ok?