Mostrando postagens com marcador agenda 21. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador agenda 21. Mostrar todas as postagens

26 de maio de 2008

MORTE DA MATA ATLÂNTICA


O MAPA MOSTRA A DIFERENÇA ENTRE A MATA ATLÂNTICA DO PERÍODO DO DESCOBRIMENTO E SUA PORÇÃO ATÉ O ANO PASSADO.
ESTAMOS ASSISTINDO À MORTE DE UM BIOMA.

15 de janeiro de 2008

SEJA UM CIBERATIVISTA!!!


Participe de campanhas em favor à proteção ambiental com cliques no seu mouse. Confira!!!

9 de janeiro de 2008

ACEITANDO O DESAFIO

Caros amigos e amigas do Verde Segredo

Não sei se lembram do desafio que fiz via grupo para que plantássemos nós mesmos algumas árvores. Sei que parece pouco, mas se cada um fizer um pouquinho o mundo melhora.

Moro no Jardim Boa Vista, Embu Guaçu há 18 anos e temos colocado por desafio arborizar nosso bairro.Já conseguimos fazer um pouco. Há uma área que pertence ao DNER e por isso a prefeitura não faz a conservação.Minha família e eu, mais alguns vizinhos bem intencionados estamos cuidando um pouco de nosso bairro.

Esta é a entrada do Jardim Boa Vista:










Nessa parte superior que está verde plantamos em torno de 50 mudas de árvores, todas elas plantadas de sementes que recolhi no tempo que estudei na arborizado USP, quando passeava no parque ecológico, quando fiz minha pós graduação em Lavras e por onde eu passo e encontro sementes. Minha tia também adora fazer mudas de sementes. Ela é responsável por todas as sibipirunas do bairro. Plantamos pitangueiras, limoeiros, jatobás, patas de vaca, ingá, jambolão, ameixeiras, ficus, pinhão, pinheiros, ipê, pau-brasil dentre outras. Como a parte superior já está toda plantada, nossa ambiciosa meta é a de plantar árvores nessa parte de terra que vemos na foto.






Infelizmente, ainda há muitas pessoas que simplesmente utilizam essas áreas para jogar lixo, apesar do caminhão da coleta de lixo passar três vezes na semana. Essa parte é mais difícil. Mudar a paisagem é mais fácil que mudar a cabeça das pessoas. Mas a parte boa é que quando estamos plantando, aparecem crianças para conversar e esse é o momento de se plantar a boa semente da educação ambiental. Enquanto plantávamos, ouvimos das crianças o aborrecimento de verem pessoas que jogam lixo nessa área. Ficam olhando para as árvores e sabem que em breve muitas delas produzirão frutos. A ameixeira foi a primeira e suas sementinhas já formam uma nova geração de mudas, assim como as do ipê.






Na foto abaixo estão as militantes ambientais sexagenárias, minha tia e minha mãe. Meu tio setentão também faz parte da equipe, só que ultimamente está precisando é da sombra das árvores.













Essas minhas queridas são minhas bravas companheiras no plantio das árvores, especialmente minha tia, que não tem medo de enxada.





Só neste início de ano plantamos juntas 6 mudas de árvores: duas pitangueiras, duas sibipirunas, um flanboyant e um pau-brasil. Aproveitamos o final da tarde para fazer esse serviço, aproveitando a trégua do sol, e só paramos quando vemos o sol se por no horizonte entre as árvores de nossa mini floresta.



Na verdade, só queria retomar meu desafio e se você não tiver nenhuma área para cuidar, aceito sua ajuda, porque a tarefa é hercúlea.

Conheça um pouco do Parque da Várzea de Embu Guaçu

http://eejor.blogspot.com/2007/09/mutiro-verde-na-eejor_1326.html

Embu Guaçu vista de cima.

18 de dezembro de 2007

Bagaço da cana também produz álcool

Uma pesquisa inovadora promete consolidar aposição estratégica do Brasil como um grande produtor mundial de biocombustíveis.

Pesquisadores da Petrobras e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desenvolveram uma tecnologia para a obtenção de etanol a partir do bagaço da cana-de-açúcar, o que poderá aumentar em 40% a produção nacional desse biocombustível e incrementar a participação das fontes renováveis na matriz energética do país.

A iniciativa surgiu da necessidade da Petrobrás de investir em alternativas que aumentassem a produção de álcool sem expandir a área de cana plantada, o que evitaria a competição com a agricultura voltada para a produção de alimentos e não estimularia o desmatamento.

A partir de um levantamento feito pela empresa nas principais universidades do país, teve início em 2004 um projeto baseado em resultados promissores de uma pesquisa conduzida pelo professor Ney Pereira Junior, da Escola de Química da UFRJ.


Fonte: http://ceticismo.wordpress.com/

13 de dezembro de 2007

PENÚLTIMO ENCONTRO

A produção não é das melhores, mas foi o possível. Quem precisar de fotos com maior definição me peça por e-mail. Um abraço. Deborah

8 de dezembro de 2007

Pesquisa visa tratar derramamentos de óleo usando bactérias

No início de outubro, o navio Cosco Busan colidiu com uma das torres da ponte São Francisco - Oakland, na costa oeste dos Estados Unidos. O acidente provocou o derramamento de 58 mil galões de óleo na Bacia de São Francisco. Uma pesquisa do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas poderá produzir uma importante ferramenta para a contenção de acidentes ambientais como esse. Sob a coordenação da química Anita Marsaioli, o projeto testa a atuação de bactérias na degradação do óleo derramado.

A Petrobras financia o projeto e envia amostras de óleo para os experimentos. No laboratório, a química e doutoranda Georgiana Feitosa da Cruz procura simular a biodegradação do óleo que ocorre na natureza ao longo dos anos dentro do reservatório. Cruz recebe cinco amostras de cada reservatório os quais são selecionados pela Petrobras entre os mais produtivos da bacia de Campos. As amostras são analisadas em um cromatógrafo gasoso acoplado com espectrômetro de massas (CG-EM), um aparelho que fragmenta e identifica substâncias químicas presentes nas amostras e as diferencia por tamanho dos fragmentos.

O equipamento analisa o teor de hidrocarbonetos leves (HL) nas amostras. Quanto mais HLs, mais leve é considerado o óleo e maior o seu valor comercial por ser mais fácil o refino. Ao longo do tempo, o óleo vai perdendo esses hidrocarbonetos leves e se tornando pesado. Para o estudo da biodegradação são selecionadas as amostras mais ricas em HL que são colocadas em diferentes meios de cultivo. Segundo Cruz, esses meios são enriquecidos com vitaminas, com reguladores de pH e com um consórcio de microorganismos.

Um dos grandes desafios desse trabalho é encontrar um grupo de microorganismos consorciados que consiga biodegradar o óleo em diversos ambientes. O consórcio de microrganismos de ambientes extremos permite uma ação conjunta dessas bactérias o que seria impossível de forma isolada. "Trabalhamos com bactérias aeróbicas e anaeróbicas especialmente selecionadas de amostras coletadas dos reservatórios naturais de petróleo", explica Marsaioli.

Com estes procedimentos, os pesquisadores buscam conseguir uma coleção de bactérias capazes de biodegradar petróleo. Os consórcios podem se transformar em uma ferramenta de remediação do meio ambiente em casos de derramamento de óleo no oceano, por exemplo. Os cientistas já sabem que as bactérias associadas a esses meios no subsolo só conseguem fazer a degradação do óleo pesado porque produzem substâncias que são chamadas de biosurfactantes e que permitem que o óleo pesado seja transformado em uma emulsão. Por isso, outro objetivo desse trabalho, segundo a pesquisadora, é elucidar o caminho químico do processo através da coleta periódica de amostras e identificar substâncias potencialmente biosurfactantes.

Esse projeto faz parte da rede temática multidisciplinar de Geoquímica Orgânica, coordenada pelo químico Francisco Reis. O objetivo dessa rede é gerar conhecimentos que possibilitem, em longo prazo, criar procedimentos capazes de atuar na recuperação do meio ambiente em casos de desastres ambientais através de processos de biodegradação.

As redes temáticas, segundo Reis, foram adotadas pela Petrobras a fim de direcionar as pesquisas para os temas de maior interesse da sociedade e reunir trabalhos, com o mesmo foco e que sejam feitos por diferentes instituições de pesquisa do Brasil. A aplicação dos recursos, usados para renovar, construir e equipar laboratórios é fiscalizado pela ANP (Agência Nacional de Petróleo). Já a propriedade das pesquisas e o desempenho dos pesquisadores são supervisionados através de uma parceira com o Centro de Pesquisa da Petrobrás (Cenpes) no Rio de Janeiro.

CONFERÊNCIA LIVRE DE JUVENTUDE E MEIO AMBIENTE

Convidamos a todos para participar da Conferência Livre de Juventude com o tema Meio Ambiente no dia 15/12/2007, onde os jovens poderão expor suas idéias e discutir as necessidades socioambientais do Embu.Nesse dia todos terão a oportunidade de expressar suas idéias em um lugar aconchegante com sombra e água fresca.Ao final do encontro haverá interações Culturais e Musicais.

Programação
09h00-cadastramento
09h30-Abertura
10h10-separação de grupo
10h20-construção da proposta
11h20-debate
12h20-Interação cultural
12h50-Lanche
Endereço: Estrada Prof.Cândido Mota Filho
(Próximo a Prefeitura )
Tel:4781-6837
RealizaçãoE-mail contato@seaembu.org

Tel:4781-6837
Email: contato@seaembu.org
Tel:4781-6837
Email: contato@seaembu.org
Apoio

7 de dezembro de 2007

Brasil é o 8º em ranking dos países que mais lutam contra mudança climática

O Brasil ficou em oitavo lugar na lista dos países que mais lutam contra as mudanças climáticas, entre as 56 nações mais poluentes do planeta, segundo um índice elaborado pela ONG Germanwatch e que é liderado pela Suécia.

O estudo também destaca os esforços do México e da Argentina, mas mostra um alerta em relação à Austrália, Estadoidos e Arábia Saudita.

O Índice de Performance sobre Mudança Climática 2008 avalia os esforços dos principais países emissores de CO2, e foi elaborado pela Germanwatch por ocasião da 13ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, realizada em Bali (Indonésia).

Entre as 20 primeiras colocações, além do Brasil, estão México (4º lugar) - atrás somente de Suécia, Alemanha e Islândia - e a Argentina (10º lugar).

Também fazem parte da lista 12 dos 27 países da União Européia (UE), entre eles Reino Unido (7º), França (18º), Hungria (6º) e Malta (14º).

Os 56 países analisados pelo índice são responsáveis por 90% das emissões de CO2 lançadas à atmosfera.

Entre os dez países mais poluentes e que fazem menos esforços destacam-se Rússia (50º), Canadá (53º), Austrália (54º), EUA (55º) e Arábia Saudita (56º).

O objetivo do índice, publicado pela Germanwatch desde 2006, é aumentar a pressão sobre os países industrializados que mais contribuem para o aquecimento global, entre eles EUA, com 21,44% das emissões de CO2; China (18,8%), Rússia (5,69%), Japão (4,47%), Índia (4,23%) e Alemanha (3%). EFE umj lg/an SOC:SOCIEDADE-SAUDE,SOLIDARIEDADE-DIREITOS

Fonte:Brasil é o 8º em ranking dos países que mais lutam contra mudança climática

5 de dezembro de 2007

Mutirão Ambiental! Evite Sacolas Plásticas



A Secretaria do Meio Ambiente,estará realizando no dia 08 de dezembro o Mutirão Ambiental.


"Reconhecendo os graves problemas ambientais, decorrentes das ações de diversas populações mundiais que buscam o progresso científico e tecnológico, sem atentar à importância da preservação do meio ambiente, como uma condição garantidora dasobrevivência da vida no nosso planeta, a Secretaria do MeioAmbiente do Estado de São Paulo desencadeará a partir do dia 8 de dezembro, inúmeras ações de conscientização da populaçãoquanto a utilização indiscriminada de sacolas plásticas como embalagem de variados produtos comercializados, cuja degradação, quando inutilizadas, demora grandes períodos de tempo, permanecendo na natureza."

Acesse o link: http://www.ambiente.sp.gov.br/mutiraoambiental/ e participe.

Documentário " Mudanças do clima,Mudanças de Vida"

No site: http://www.greenpeace.org.br/clima/filme/home/, disponibiliza cópia do documentário do Greenpeace "Mudanças do Clima, Mudanças de Vidas".Mostrando como o aquecimento global já afeta o Brasil.

Vale apena conferir !!!!

Desmatamento zero com respeito à biodiversidade e às populações locais


Greenpeace lança em Bali proposta marco para reduzir a destruição de florestas tropicais, que representa 20% das emissões total de gases do efeito estufa no mundo.


Proposta do Greenpeace em Bali quer acabar com o desmatamento respeitando a biodiversidade e as populações locais.


Estamos prontos para defender o planeta em Bali. Já os governos...


Começou na Indonésia a 13a. Conferência da Convenção de Clima da ONU e já estamos lá pressionando as autoridades para que assumam a responsabilidade de cortar pra valer as emissões de gases do efeito estufa.

Também estamos divulgando a importância de se limpar a matriz energética mundial e acabar com o desmatamento das florestas do planeta.


Fonte:http://www.greenpeace.org/brasil/greenpeace-brasil-clima/

4 de dezembro de 2007

Um planeta mais tropical

O padrão climático típico da zona tropical, destacada em vermelho no mapa acima, está avançando para latitudes mais altas do planeta (foto: Wikimedia Commons).

O mundo está ficando mais tropical. O padrão de chuvas e temperatura típico das regiões situadas entre os trópicos está se estendendo a uma região cada vez maior. Dados reunidos por um estudo norte-americano indicam que a extensão do cinturão tropical já avançou pelo menos dois graus de latitude rumo aos pólos nas últimas três décadas – mais do que os climatologistas previam para todo o século 21. O fenômeno vem se juntar a outros sinais inequívocos do aquecimento global, como o aumento da temperatura do ar e dos oceanos, a elevação do nível do mar e o derretimento das calotas polares.

"A expansão observada dos trópicos é muito maior do que previam os modelos do clima global", explica à CH On-line o climatologista Qiang Fu, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. "As mudanças climáticas decorrentes da ação humana podem ser muito mais sérias do que se imaginava", completa Fu, um dos autores do estudo publicado esta semana na Nature Geoscience.

O padrão climático típico da zona tropical, destacada em vermelho no mapa acima, está avançando para latitudes mais altas do planeta (foto: Wikimedia Commons). Os Trópicos de Câncer e Capricórnio são delimitados geograficamente pelos paralelos situados a 23,5 graus ao norte e sul da linha do Equador, respectivamente. Já a climatologia define o cinturão tropical como a região com um clima caracterizado por temperaturas altas e chuvas constantes, diferentemente do padrão climático subtropical, encontrado em regiões de latitude superior e marcado por uma maior variação de temperatura e clima mais seco.

No entanto, esse padrão de chuvas e temperaturas característico tem ultrapassado o limite geográfico dos trópicos e atingido regiões subtropicais. O alerta foi lançado pela equipe de Dian Seidel, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês). O grupo avaliou estudos anteriores que mediram, com diferentes métodos e parâmetros, as variações no cinturão tropical entre 1979 e 2005. Em comum, todos esses estudos apontaram um aumento do cinturão, em extensão variável – a expansão medida nos diferentes trabalhos foi de 2º a 8º.

Impactos imprevisíveis

O aumento do cinturão tropical surpreendeu os cientistas. "Ainda não temos uma explicação para a expansão observada dos trópicos baseada nos modelos e teorias atuais sobre o clima", reconhece Qiang Fu. Os cientistas tampouco sabem dizer ao certo quais serão as conseqüências da extensão do cinturão tropical. Uma coisa é certa: a mudança nos regimes de precipitação e circulação de ventos provocadas pela expansão dos trópicos do planeta vai certamente afetar os ecossistemas naturais, a agricultura e a disponibilidade de recursos hídricos.

Um dos possíveis impactos é o avanço em direção aos pólos das regiões de clima subtropical seco. Segundo os autores, isso poderia afetar a região do Mediterrâneo, o México e sul dos Estados Unidos, o sul da Austrália e partes do continente africano e da América Latina. “É provável que uma expansão dos trópicos rumo aos pólos traga condições ainda mais secas a essas regiões de grande concentração populacional”, advertem os autores no artigo.

Fonte:http://cienciahoje.uol.com.br/107285

3 de dezembro de 2007

UE distribui software para calcular emissões poluentes

A União Européia lançou na sexta-feira o primeiro aplicativo que permite calcular, por meio do telefone celular, a quantidade de gases causadores do aquecimento global emitida por uma pessoa em suas atividades diárias.

Chamada mobGAS, a tecnologia é capaz de indicar o nível de emissão pessoal de três gases com efeito estufa - dióxido de carbono, metano e óxido nitroso - a partir de informações sobre o tipo de transporte que o cidadão utilizou, o tempo que passou assistindo televisão ou que tipo de comida cozinhou em determinado dia.

O usuário pode optar por enviar seus resultados diários, mensais ou anuais ao site do aplicativo para que sejam comparados com a média nacional e mundial de emissões individuais.

Com base nesses dados, uma animação mostra a contribuição do cidadão para atingir as metas do Protocolo de Kyoto.

“Os comportamentos individuais, especialmente a forma como nos deslocamos, os aparelhos que utilizamos e os alimentos que ingerimos, podem influenciar as emissões de forma significativa. O estilo de vida e as opções dos consumidores constituem um fator chave e por isso é importante que as pessoas tenham consciência do impacto das suas opções”, defende a Comissão Européia(CE), órgão Executivo da UE.

Engajamento

Com o objetivo de engajar os cidadãos europeus na redução de emissões de gases de efeito estufa, a UE está fornecendo o aplicativo gratuitamente na página de internet http://mobgas.jrc.ec.europa.eu.

O custo associado com o download depende do plano de preços da operadora de celular.

O mobGAS pesa em média 146 Kb e está disponível em 21 idiomas europeus, por enquanto apenas para telefones celular.

“O celular é um aparelho que todos levam consigo na maior parte do tempo, então é possível usar algum momento tranquilo, em uma viagem de ônibus ou enquanto se espera por um compromisso, para fazer o calculo das emissões pessoais”, explica a CE.O aplicativo foi desenvolvido por cientistas do centro de pesquisas da CE (Joint Research Center) em parceria com a companhia portuguesa MobiComp.
Fonte:http://www.bbc.com

As plantas ajudam na despoluição de metais pesados

No futuro algumas espécies vegetais poderão funcionar como verdadeiras faxineiras de solos contaminados por metais pesados. É o que aponta estudo realizado no Laboratório de Fitopatologia Molecular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Já se sabia que algumas plantas são capazes de absorver agentes que contaminam o solo. A novidade é que, com os progressos da biotecnologia, diferentes espécies de vegetais poderão, nesse processo de limpeza, fazer uma espécie de trabalho em equipe.

Para isso, os pesquisadores gaúchos pretendem desenvolver espécies transgênicas com elevada capacidade de absorver poluentes. “Em geral, as plantas nativas que absorvem metais são de pequeno porte, apresentando, conseqüentemente, baixo poder de absorção. O objetivo da pesquisa é identificar genes responsáveis por essa propriedade e então transferi-los para uma espécie de maior biomassa”, explica o fitopatologista Marcelo Gravina de Moraes, coordenador do projeto.

Na primeira etapa do trabalho, iniciado em 2000, os pesquisadores identificaram plantas nativas capazes de assimilar metais pesados. A carqueja (Baccharis trimera), conhecida na região Sul principalmente por suas propriedades medicinais, e a erva-moura (Solanum nigrum) estão entre as espécies que deverão ceder parte de seu patrimônio genético para uma planta com mais biomassa, cuja morfologia permita consumir um volume maior de poluentes.

“A mamona [Ricinus communis] é a espécie mais promissora que encontramos, devido ao seu caráter rústico”, conta Gravina. Segundo ele, a R. communis é também a planta mais viável do ponto de vista econômico, já que a partir dela é possível produzir biodiesel. “Poderemos aproveitar as folhas para acumular metais e o óleo para obter combustível”, planeja o fitopatologista.

Riscos e vantagens

Mas o pesquisador ressalta que alguns aspectos precisam ser avaliados antes de se pensar na aplicação ampla dos resultados iniciais das investigações. A questão da biossegurança é um deles – é preciso saber qual será o impacto dessas plantas geneticamente modificadas na natureza.

Outro fator, de caráter econômico, diz respeito ao estudo de viabilidade do processo para despoluir solos. Atualmente, a remoção de metais pesados da superfície terrestre é feita com o auxílio de retroescavadeiras – um processo caro, segundo Gravina – ou por meio de alternativas menos seguras, que possibilitam a migração desses metais para camadas mais profundas da terra, ameaçando o lençol freático.

A equipe de Gravaina pretende inicialmente aplicar os resultados de suas investigações para despoluir o solo do município de Lavras do Sul (localizado na região central do Rio Grande do Sul), que contém cobre em níveis considerados tóxicos. A contaminação da área se deve principalmente ao passado minerador da cidade, que cresceu em decorrência da extração desse metal. A mineração, os empreendimentos agrícolas e as atividades industriais são os principais agentes de contaminação do solo por metais pesados, como cobre, cádmio e dejetos de carvão.
Fonte:http://ceticismo.wordpress.com

2 de dezembro de 2007

PUFES E CASAS DE PNEUS

Hoje estava assistindo o programa Late Show e me chamou a atençao o pufe sobre o qual a apresentadora, Luiza Mel estava sentada: Três pneus sobrepostos e um tapete daqueles feitos com tiras de tecido amarradas. O impacto dos pneus no meio ambiente é um dos mais negativos, pela dificudade de reciclá-los. A apresentadora mostrou também uma nova técnica de construção de casas usando pneus moídos. São três toneladas de pneus que saem de cena e se transformam em casa própria, com uma redução de 30% nos custos e com garantia de durabilidade. Encontrei um site que fala sobre a construção dessas casas. Confira!

30 de novembro de 2007

Permacultura


A Permacultura foi fundada na Austrália por Bill Mollison no final da década de 70. É um sistema de design para criar ambientes humanos sustentáveis e produtivos, em equilíbrio e harmonia com a natureza.

A Permacultura cria sistemas ecologicamente corretos, economicamente viáveis, que supram as próprias necessidades, que não explorem ou poluam e que sejam sustentáveis a longo prazo.

A idéia de sustentabilidade não é nova. Nossos ancestrais já tinham essa informação e faziam questão de passá-la adiante, de geração em geração. Uma das partes mais importantes dessa auto-preservação foi o reconhecimento da nossa interconexão com a natureza de uma maneira holística. Em algum momento na história da humanidade, principalmente a partir da Revolução Industrial, nós paramos de ouvir os nossos idosos e começamos a esgotar recursos e disconectar da natureza que suporta toda a vida no planeta.

OPA aspira em restabelecer essa inter-conexão com a natureza através da Permacultura. Nós retornamos para a inteligência dos nossos ancestrais com respeito à realidade do nosso momento.

Objetivos do OPA na área de permacultura urbana:

1) Demonstração

- Técnicas de construções alternativas para o ambiente urbano
- Energia renovável
- Captação e armazenagem da água da chuva
- Banheiros compostáveis
- Berçários de Plantas Nativas
- Jardins urbanos e produção de alimentos
- Combustível de óleo vegetal

2) Educação & Extensão

- Cursos de Permacultura
- Programa de Informática para jovens e crianças
- Programa de Óleo Vegetal
- Biblioteca e Publicações
- Programa de aprendizagem da Língua Inglesa




Fonte: http://www.opabrasil.org/portuguese/permacultureport.html

Cana-de-açúcar domina áreas prioritárias para conservação do Cerrado


Alerta é de estudo feito pelo Instituto Sociedade, População e Natureza. Locais definidos como essenciais para preservação estão dando lugar ao cultivo.

As áreas que o Ministério do Meio Ambiente definiu como prioritárias para a conservação do Cerrado estão sendo invadidas pelo cultivo da cana-de-açúcar, de acordo com um levantamento do Instituto Sociedade, População e Natureza, um centro de pesquisas sem fins lucrativos, divulgado nesta sexta-feira (30). O problema ameaça não apenas os recursos naturais da região, mas também as populações que vivem no local e a segurança alimentar dos moradores.

O Cerrado é o segundo bioma mais ameaçado do país, atrás apenas da Mata Atlântica. Se estendendo ao longo de cerca de dois milhões de quilômetros quadrados, faz ligação com todos os outros biomas do país, a Amazônia, a Caatinga, o Pantanal e a Mata Atlântica.

Como não existe um monitoramento oficial, fica difícil saber exatamente o quanto do Cerrado brasileiro está sendo destruído. Mas as estimativas indicam que o desmatamento na região seja ainda maior que o do Amazônia e que, ao longo dos últimos dez anos, o Brasil perdeu a metade da cobertura original de Cerrado.

Os pesquisadores do ISPN traçaram o perfil das grandes culturas da região, de acordo com Nilo D’Ávila, assessor de políticas públicas do Instituto. Ao analisar as áreas que o Ministério do Meio Ambiente havia declarado, em junho passado, como “prioritárias” para a conservação do bioma, eles levaram um susto.

“Surpreendentemente, as áreas em que o Ministério se debruçou, as que precisam ter atenção, estão repletas de cana”, afirmou D’Ávila ao G1. “Onde o Ministério finalizou que iria ter um trabalho, a indústria da cana está chegando primeiro”, disse ele.

É o caso dos municípios de Goianésia e Barro Alto, em Goiás, em uma região considerada uma prioridade “muito alta” para o uso sustentável, segundo o Ministério, que está “dominada pela cultura da cana”, segundo o levantamento do ISPN. O caso se repete em outras áreas goianas e em outros estados.

Na nascente do rio São Lourenço, no Mato Grosso, a cana-de-açúcar se espalha exatamente pela mesma área onde se deveria ser instalado um corredor de biodiversidade para migração das espécies. O centro do estado de São Paulo, área de prioridade “extremamente alta” para o MMA, está tomado pela cana.

Para Nilo D’Ávila, “já passou da hora do MMA fazer alguma coisa”. Ele sugere um plano de ação urgente, que envolva dois pontos principais. “Primeiro, é preciso criar um plano de combate ao desmatamento no Cerrado nos moldes do que já é feito na Amazônia”, afirma. “Em segundo lugar, é preciso definir regiões de proteção para instalação a curto prazo de projetos de sustentabilidade.”

O G1 entrou em contato com a assessoria de comunicação do Ministério do Meio Ambiente, mas não obteve retorno.


Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL199807-5603,00-CANADEACUCAR+DOMINA+AREAS+PRIORITARIAS+PARA+CONSERVACAO+DO+CERRADO.html

26 de novembro de 2007

pufe de garrafa pet

Esse pufe foi feito por mim. O que foi mais difícil foi juntar as 60 garrafas. Ainda pretendo revesti-lo com curvim. Gostaria mesmo de ter feito um revestimento de pernas de calças jeans, que seria uma espécie de reciclagem, mas eram necessárias muitas. Coloquei um tapete de crochê para dar uma idéia, mas estou iniciando um revestimento sob medida, de crochê e ponto russo. Mas com o enorme tempo que tenho disponível, isso vai levar um tempinho para aparecer no blog. Ah. Sabe que o negócio é resistente? Eu sentei, sem problemas, e olha que não sou nada leve. Ele ficou com 50 cm de largura e 60 de altura. Grandinho, né? A gatinha do início não tem nada a ver com o pufe, mas ela é lindinha, posando ao lado da arvorezinha de fuxicos.

24 de novembro de 2007

Permacultura

Seleção de planta-matriz de palmito-Juçara para coleta de sementes, dentro de um manejo sustentado de palmito


Histórico:

A permacultura, também chamada de "agricultura permanente", começou por volta de 1975, 1976, com as idéias de Bill Mollison na Austrália sobre um modo diferente de se pensar a disposição das espécies vegetais, mais próximo dos ecossistemas naturais. Viajando para os Estados Unidos, Bill e outros pioneiros difundiram suas teorias até conseguirem a construção de um Centro Rural de Educação, primeira instituição oficial da permacultura neste país.

Princípios:

Nesta corrente se procura praticar uma agricultura da forma mais integrada possível com o ambiente natural, imitando a composição espacial das plantas encontradas nas matas e florestas naturais. Envolve plantas semi-permanentes (mandioca, bananeira) e permanentes (árvores frutíferas, madereiras, etc), incluindo a atividade produtiva de animais. Trata-se, pois, de um sistema "Agrosilvopastoril", ou seja, que busca integrar lavouras, com espécies florestais e pastagens e outros espaços para os animais, considerando os aspectos paisagísticos e energéticos, na elaboração e manutenção destes policultivos (diversas culturas convivendo no mesmo espaço).



Fonte:http://www.planetaorganico.com.br