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27 de dezembro de 2007

A novela que era um lixo!!!!!!

Ouça um capítulo da NOVELA QUE ERA UM LIXO!!!! Clicando no link abaixo. Mais uma bobagem do Mundo de Deborah.



Get a Voki now!


http://reciclarte.podomatic.com/

10 de dezembro de 2007

Boneco de neve com lâmpada.

Material

-1 lâmpada
- Fundo para tinta PVA nas cores branca, preta, azul e laranja
- Pincéis
- Giz pastel
- Feltro vermelho
- Palha da costa
- Fuxico
- Miçanga dourada
- Biscuit branco
- Cola quente

Passo-a-passo

- Primeiro passe a base para tinta na lâmpada. Isso ajuda a fixar a tinta depois.

- Espere secar e comece a pintura. Primeiro desenhe com lápis a carinha de um boneco. Passe tinta preta por cima do risco.

- Agora vêm os detalhes do rosto. Na sombra dos olhos vai tinta azul. Os olhos ganham brilho com dois pontinhos de tinta branca.

- Para o gorro, separe um pedaço de feltro vermelho de 19x15 centímetros. Faça uma dobra na parte mais larga e fixe com cola quente. Mais uma dobra e cole novamente. Junte as duas pontas do feltro e passe mais cola.

- Vai cola também na parte interna do gorro, que deve ser pressionada sobre a cabeça do boneco até firmar bem.

- A graça agora é fazer um laço no gorro usando palha da costa. Finalize com um fuxico e uma miçanga dourada.

- Picote as laterais do feltro e amarre na parte de baixo da lâmpada.

- O nariz é uma bolinha feita com massa de biscuit. Para ficar charmoso, pinte de amarelo-laranja.

- Por fim, passe giz pastel para deixar as bochechas coradas.Está pronto o boneco!
Fonte:http://maisvoce.globo.com/

3 de dezembro de 2007

UE distribui software para calcular emissões poluentes

A União Européia lançou na sexta-feira o primeiro aplicativo que permite calcular, por meio do telefone celular, a quantidade de gases causadores do aquecimento global emitida por uma pessoa em suas atividades diárias.

Chamada mobGAS, a tecnologia é capaz de indicar o nível de emissão pessoal de três gases com efeito estufa - dióxido de carbono, metano e óxido nitroso - a partir de informações sobre o tipo de transporte que o cidadão utilizou, o tempo que passou assistindo televisão ou que tipo de comida cozinhou em determinado dia.

O usuário pode optar por enviar seus resultados diários, mensais ou anuais ao site do aplicativo para que sejam comparados com a média nacional e mundial de emissões individuais.

Com base nesses dados, uma animação mostra a contribuição do cidadão para atingir as metas do Protocolo de Kyoto.

“Os comportamentos individuais, especialmente a forma como nos deslocamos, os aparelhos que utilizamos e os alimentos que ingerimos, podem influenciar as emissões de forma significativa. O estilo de vida e as opções dos consumidores constituem um fator chave e por isso é importante que as pessoas tenham consciência do impacto das suas opções”, defende a Comissão Européia(CE), órgão Executivo da UE.

Engajamento

Com o objetivo de engajar os cidadãos europeus na redução de emissões de gases de efeito estufa, a UE está fornecendo o aplicativo gratuitamente na página de internet http://mobgas.jrc.ec.europa.eu.

O custo associado com o download depende do plano de preços da operadora de celular.

O mobGAS pesa em média 146 Kb e está disponível em 21 idiomas europeus, por enquanto apenas para telefones celular.

“O celular é um aparelho que todos levam consigo na maior parte do tempo, então é possível usar algum momento tranquilo, em uma viagem de ônibus ou enquanto se espera por um compromisso, para fazer o calculo das emissões pessoais”, explica a CE.O aplicativo foi desenvolvido por cientistas do centro de pesquisas da CE (Joint Research Center) em parceria com a companhia portuguesa MobiComp.
Fonte:http://www.bbc.com

2 de dezembro de 2007

PUFES E CASAS DE PNEUS

Hoje estava assistindo o programa Late Show e me chamou a atençao o pufe sobre o qual a apresentadora, Luiza Mel estava sentada: Três pneus sobrepostos e um tapete daqueles feitos com tiras de tecido amarradas. O impacto dos pneus no meio ambiente é um dos mais negativos, pela dificudade de reciclá-los. A apresentadora mostrou também uma nova técnica de construção de casas usando pneus moídos. São três toneladas de pneus que saem de cena e se transformam em casa própria, com uma redução de 30% nos custos e com garantia de durabilidade. Encontrei um site que fala sobre a construção dessas casas. Confira!

26 de novembro de 2007

pufe de garrafa pet

Esse pufe foi feito por mim. O que foi mais difícil foi juntar as 60 garrafas. Ainda pretendo revesti-lo com curvim. Gostaria mesmo de ter feito um revestimento de pernas de calças jeans, que seria uma espécie de reciclagem, mas eram necessárias muitas. Coloquei um tapete de crochê para dar uma idéia, mas estou iniciando um revestimento sob medida, de crochê e ponto russo. Mas com o enorme tempo que tenho disponível, isso vai levar um tempinho para aparecer no blog. Ah. Sabe que o negócio é resistente? Eu sentei, sem problemas, e olha que não sou nada leve. Ele ficou com 50 cm de largura e 60 de altura. Grandinho, né? A gatinha do início não tem nada a ver com o pufe, mas ela é lindinha, posando ao lado da arvorezinha de fuxicos.

21 de novembro de 2007

COLETA SELETIVA: SÍMBOLOS

Cada material reciclável tem seu recipiente certo. Você já sabe de cor as cores? E os símbolos usados para cada material, você conhece? E seus alunos, conhecem?

TODOS OS MATERIAIS PODEM SER RECICLADOS?

Temos diversos tipos de materiais, que podem ser reciclados, devemos tomar cuidado pois alguns materiais existentes não podem ser reciclados.
Saiba o que pode e o que não pode ser reciclado:

http://www.compam.com.br/oquereciclar.htm

Recuperação da prata de radiografias

Apesar da quantidade de prata nas radiografias variar muito em função das chapas escolhidas, são obtidos cerca de 2 gramas de prata com 98,50% de pureza para cada m2 de radiografia.

Um dos metais mais populares de nossa civilização, a prata (e suas ligas) tem sido utilizada em jóias, talheres, espelhos, objetos decorativos e etc. Está presente também nas fotografias branco e preto e nas radiografias, sendo nesses últimos, considerados como fontes secundárias de prata de grande interesse comercial por ser uma atividade lucrativa e constituir matéria-prima sem custo.Estima-se, em média, que a prata potencialmente recuperável de negativos de filmes preto e branco é de cerca 0,5g/m2 ao passo que esse número pode aumentar 10 vezes para radiografias.Algumas técnicas vêm sendo estudadas e desenvolvidas para recuperação de prata a partir de filmes, de resíduos de laboratório e outros materiais. Porém muitas destas técnicas, apesar de serem eficientes na recuperação do metal, criam resíduos extremamente tóxicos (como os cianetos) que são lançados no ambiente ou apresentam grande gasto de energia elétrica.

Para recuperação de prata a partir de radiografias, devem ser considerados os seguintes aspectos, em igual relevância:

. simplicidade na execução. menor quantidade de reagentes

. baixo custo dos reagentes . geração de menor quantidade de resíduos

. geração de resíduos menos tóxicos. bom rendimento

. potencialidade na recuperação/tratamento dos resíduos

Seguindo o objetivo de se extrair a prata da radiografia por um processo barato sem a geração de resíduos químicos perigosos, a equipe do CEFET desenvolveu o processo que consiste nas seguintes etapas:

1) Tratamento da radiografia com uma solução de hipoclorito de sódio 2,0% (água sanitária) sendo gerados:

· um resíduo sólido que contém a prata sob a forma de vários compostos químicos;

· películas radiográficas “limpas”.


2) Em seguida o resíduo sólido é tratado com hidróxido de sódio sólido em água por aquecimento durante 15 minutos. Nesta fase obtém-se o óxido de prata misturado a impurezas.

3) Faz-se o aquecimento do óxido de prata com uma solução de sacarose por 60 minutos obtendo-se a prata impura sólida que ainda não apresenta brilho.

4) Finalmente é feito o aquecimento da prata a 1.000ºC por 60 minutos numa mufla (um tipo de estufa) e obtém-se a prata pura e com brilho.
Fonte:http://www.recicloteca.org.br

12 de novembro de 2007

Aquecedor à base de latinhas

Um painel de latinhas de alumínio que funciona como aquecedor de água está sendo desenvolvido pelo Núcleo de Pesquisa do Centro Universitário de Itajubá (Universitas), em Minas Gerais. O equipamento é uma alternativa para famílias de baixa renda, pois usa energia solar e permite o reaproveitamento de latas de alumínio. O novo aparelho não prejudica a saúde humana e o meio ambiente, além de ter custo muito menor do que os outros aquecedores à base de energia solar.

A idéia do aparelho surgiu em fevereiro do ano passado, quando o país vivia um período de crise energética. A equipe de alunos do curso de Tecnologia em Fabricação Mecânica da Universitas, coordenada pelo físico nuclear Jorge Henrique Sales, fez um levantamento do custo de energia com chuveiro elétrico e os resultados foram espantosos. “Se as famílias de baixa renda substituíssem a energia elétrica pela solar, a economia chegaria a 35%”, afirma Sales. Segundo dados do censo de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 52% das pessoas que têm alguma ocupação no Brasil recebem no máximo dois salários-mínimos. “Nossa preocupação é desenvolver opções para reduzir os gastos dessas pessoas”, destaca.

Segundo o pesquisador, as latinhas foram usadas porque, ao serem cortadas transversalmente, lembram o formato de uma lente côncava. Os canos que conduzem a água até o chuveiro do usuário são colocados no foco dessas “lentes”, ou seja, no centro das latas, enfileiradas em uma caixa de metal pintada de preto e vedada com vidro.

O equipamento combina três efeitos que resultam em um bom aumento de temperatura, capaz de aquecer a água.”A latinhas refletem os raios solares em direção aos canos, a cor negra no fundo da caixa absorve a luz solar e o vidro retém ainda mais o calor por causa do efeito estufa gerado por esse sistema fechado”, explica Sales. Segundo ele, o aparelho deve custar aproximadamente R$ 540, contra R$ 3 mil dos aquecedores solares convencionais. Com o desgaste provocado pelo tempo de uso, as latas podem ser recicladas e substituídas por outras.Por enquanto, os testes com o aquecedor de latinhas estão sendo feitos em uma casa experimental, construída pelos estudantes de Engenharia Civil do Centro Universitário de Itajubá, onde todos os aparelhos internos são protótipos de baixo custo. No futuro, a equipe pretende implantar essa tecnologia em uma comunidade carente da cidade mineira. “Nosso objetivo é usar o aparelho para finalidades sociais, melhorando a vida da comunidade de baixa renda”, conclui.


Reciclagem de sucata eletrônica permite obtenção de matéria-prima nobre

Computadores, aparelhos de televisão, rádios e celulares carregam muito mais que utilidades e facilidades: quase todos os metais da tabela periódica podem ser encontrados em placas de circuito impresso que compõem equipamentos eletroeletrônicos em geral. Preocupado em impedir que esses metais retornem ao meio ambiente de forma inadequada, o engenheiro Hugo Marcelo Veit desenvolveu um processo inédito para reciclar sucatas eletrônicas, que envolve métodos mecânicos (magnéticos e eletrostáticos) e eletroquímicos. O trabalho foi realizado dentro do programa de pós-graduação em ciência dos materiais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

“Das placas podemos obter, entre outros elementos químicos, estanho, níquel, ouro, paládio, alumínio, chumbo e, principalmente, cobre”, explica Veit. Segundo o pesquisador, de uma tonelada de sucata é possível reaproveitar 53 kg de cobre, propiciando uma economia relevante. “Além de recuperar cobre, que é um metal caro, impedimos, por meio da separação, que o chumbo contamine o ambiente”, completa.

O processo começa com a separação de materiais que contêm substâncias corrosivas, como baterias, e em seguida as placas passam por rotores dotados de facas de aço. A sucata é moída duas vezes até que todos os pedaços fiquem com menos de 1 mm. Segundo Veit, a moagem libera os metais – faz com que os materiais polímeros e cerâmicos deixem de envolvê-los. Depois o pó é peneirado para uma primeira separação, chamada de granulométrica. Em geral os metais são mais grossos que as outras substâncias.

Ferro e níquel são, então, retirados da mistura por meio magnético, e os polímeros e cerâmicos, por não serem condutores, acabam completamente separados no processo eletrostático. O passo seguinte é a dissolução dos metais em ácido sulfúrico para transformá-los em íons, aos quais é aplicada uma diferença de potencial capaz de provocar o depósito de um elemento específico, como, por exemplo, o cobre. Veit explica que cada metal tem um potencial elétrico característico. Portanto, a aplicação de uma corrente elétrica específica faz com que uma substância se deposite, enquanto as outras continuam em solução.

A solução é encerrada em uma espécie de caixa, na qual uma das paredes é um catodo (pólo negativo) e outra é um anodo (pólo positivo). Nesse caso, o catodo é uma chapa de cobre e, quando a solução é submetida a uma corrente elétrica, os íons de cobre se depositam na forma sólida sobre a chapa. O processo leva cerca de quatro ou cinco horas e até agora só foi feito em escala laboratorial.

Aplicação prática

A pesquisa provou que, com a reciclagem, é possível obter cobre com 99% de pureza, a um custo equivalente ao da retirada do cobre da natureza. O processo traz inegáveis benefícios para o ambiente, uma vez que reduz a necessidade de extração do cobre e retém no laboratório metais pesados como o chumbo, cuja dispersão na natureza é muito nociva.

Como o processo nunca foi aplicado em escala industrial, não é possível estimar suas vantagens econômicas. Segundo Veit, não existe uma legislação específica que obrigue as empresas a encontrar um destino adequado para esse tipo de sucata. Por isso a iniciativa privada não tem interesse em adotar o processo em seus laboratórios.

A pesquisa de doutorado de Veit – orientada pela engenheira Andrea Moura Bernardes, do Departamento de Materiais da UFRGS – foi premiada, na categoria Graduado, na última edição do Prêmio Jovem Cientista, promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Para o pesquisador, a premiação, em março passado, foi um grande estímulo para levar seu estudo adiante. Veit já tem em mente um novo projeto: ampliar a pesquisa para a reciclagem do produto inteiro e não só das placas. Seu próximo passo será estudar os telefones celulares.

Fonte: http://ceticismo.wordpress.com/

11 de novembro de 2007

Sensibilização 3

Reciclar

Apresenta slides que tratam do assunto reciclagem numa abordagem reflexiva, relacionada com hábitos e atitudes.

Propõe interatividade sugerindo fazer algumas anotações na medida em que os slides forem passando.

Salientamos que incluir uma melodia é fundamental para realizar esta atividade.



Fonte:http://www.apoema.com.br

7 de novembro de 2007

Alunos estaduais transformam matemática e garrafas de plástico em mobília

Cinco mil seiscentas e vinte e quatro garrafas plásticas transformadas, em 30 dias, em salas de jantar, racks, sofás e várias outras peças de mobília, hoje expostas no shopping. O que era para ser apenas um trabalho para uma feira de ciências transformou-se em objeto do desejo com uma lista de pedidos crescente. E os autores não são mestres do design, mas 200 alunos do ensino médio da Escola Estadual João Marciano de Almeida, no município de Franca, interior do Estado de São Paulo.

"A idéia é levar o conceito da matemática à prática. Temos, do projeto à construção e montagem das peças, a utilização de conceitos matemáticos, como geometria plana e espacial entre outros", afirma a idealizadora do projeto, a professora de Matemática Verônica Aparecida Barbosa Freitas. Outros dois professores da disciplina, Valéria Leite e Carlos Antonio de Freitas, também auxiliaram nas várias etapas da iniciativa que acabou por mobilizar toda a comunidade do entorno da escola.

Este tipo de prática é incentivada pela Secretaria de Estado da Educação. "O ensino de matemática é fundamental. A Secretaria quer que exemplos como este sejam ampliados para todo o Estado", afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.

Foram 30 dias recolhendo o suficiente para encher 3 caminhões médios. "Fizemos uma permuta de garrafas com uma empresa de reciclagem local, pois procurávamos por PETs de 2 litros", explicou. "Nossa intenção agora é despertar o interesse de instituições do Estado, por exemplo a Fundação Casa (antiga Febem), para a possibilidade de implementarem a iniciativa com seus jovens", concluiu a professora de Matemática.
Fonte:http://www.educacao.sp.gov.br

Projeto do Cenbio realiza compostagem de resíduos vegetais

Por Leonardo Zanon*, da Agência USP

O Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) e a AES Eletropaulo estão realizando uma pesquisa conjunta para conhecer o destino dos resíduos vegetais gerados pelo serviço de poda de árvores que é feito para manutenção da rede distribuidora de energia. O estudo, que vem sendo realizado no Centro Nacional de Referência em Biomassa (Cenbio) do IEE, está em sua fase final, e avaliou o trabalho da Eletropaulo, das empresas terceirizadas e dos 25 municípios pesquisados e a possível utilização dessa matéria orgânica como adubo.As podas, geralmente feita pelas prefeituras, torna-se responsabilidade da Eletropaulo quando a vegetação ameaça danificar a rede elétrica. A empresa é distribuidora de energia elétrica em municípios da Grande São Paulo, e suas equipes trabalham tanto com podas preventivas quanto emergenciais. Como o serviço não é padronizado, a Eletropaulo quis saber para onde iam esses resíduos. A pesquisa do Cenbio mostrará, em números gerais, o quanto deste material vai para aterros, lixões, ou recebe algum tratamento especial.
O projeto denominado Estudo do Potencial de Utilização da Biomassa Resultante da Poda e Remoção de Árvores na Área de Concessão da AES Eletropaulo buscou também dar uma destinação vantajosa a esses resíduos, transformando-os, por meio da compostagem, em matéria orgânica para adubagem. “Trata-se de um processo bem mais simples que a compostagem de resíduos como o lixo doméstico, pois nesse caso tratam-se apenas de restos vegetais”, explica Cristiane Cortez, pesquisadora do Cenbio ligada ao projeto. “Em breve saberemos qual a viabilidade destes compostos que estamos produzindo, e se será atrativo para as prefeituras produzi-los”.
Atualmente, estão montados quatro tipos diferentes de leiras (pilhas de matéria vegetal triturada), num terreno do Projeto Pomar (projeto de revitalização das margens do rio Pinheiros). Em um dos tipos a matéria vegetal está pura, em decomposição natural. Há também pilhas misturadas com esterco de cavalo, uréia, e lodo de esgoto. “A gente sabe que o nitrogênio acelera este processo, por isso temos uma leira sem nada além da matéria vegetal, e outras com materiais diferentes para ver qual tem resultados melhores” afirma Cristiane.
Ao todo, existem três leiras de cada tipo sendo transformadas. No caso do lodo de esgoto, também será verificada a presença de metais e agentes patogênicos no produto da compostagem.Nos próximos meses, quando as leiras forem examinadas e os custos de produção calculados, os pesquisadores poderão dizer se é viável para as prefeituras manterem projetos desse tipo.Atualmente, alguns municípios têm os resíduos de poda levados por empresas que produzem combustível para caldeiras. Cristiane considera a possibilidade de as prefeituras economizarem com a compostagem, o que daria um destino mais “nobre” aos resíduos. “A produção de energia também é muito importante, mas seria interessante ver esse retorno ao meio ambiente na forma de matéria orgânica, na terra”.Cristiane conta que, a princípio, a compostagem seria feita no terreno do IEE, dentro do campus da USP na Capital, mas que para isso seria preciso uma licença especial, já que uma lei da década de 1940 proíbe a realização de compostagem na Grande São Paulo. “Além do mais, nós não sabíamos se seriam atraídos insetos ou se haveria odores. Mesmo visitando outros projetos, preferimos não arriscar”.
A solução veio com a utilização de uma área do Projeto Pomar, do qual a Eletropaulo é uma das maiores participantes. O Projeto Pomar já possuía licença para realizar a compostagem dos resíduos vegetais da sua área de atuação, de modo que a nova usina do Cenbio pôde ir para o mesmo local.(Envolverde/Agência USP).


Fonte:http://envolverde.ig.com.br

5 de novembro de 2007

Sugestões de Atividades Relacionadas a Resíduos

Inserir a Educação Ambiental às atividades escolares rotineiras nada mais é do que tomar como foco principal de toda e qualquer atividade, a questão ambiental que esteja inserida no contexto do conteúdo que está sendo desenvolvido.Não é necessário ser um biólogo ou engenheiro agrônomo, engenheiro florestal,cientista, para falar em Educação Ambiental. Na verdade, todos nós somos (ou deveríamos ser) Educadores Ambientais,só nos falta a prática.Esta prática vamos adquirir na medida em que tivermos coragem de ousar.Aquilo que não soubermos,iremos aprender junto com as crianças, pois o nosso direcionamento é a curiosidade delas.Apontamos as temáticas para despertar o interesse nos assunto.O nosso desafio maior é desafiarmos nossas crianças. São elas que nos levarão às práticas seguras.Basta seguirmos na mesma direção despertando sempre o desejo do aprender através de uma aprendizagem real e significativa.As sugestões que serão apresentadas foram realizadas em atividades do “Projeto Vida – Educação Ambiental” (hoje Projeto APOEMA - Educação Ambiental) e obtiveram resultados muito positivos e satisfatórios. Cabe salientar que elas poderão ser adaptadas para diferentes enfoques ou temas que aqui estão abordados.

Confecção de mini-hortinhas com garrafas pet

Materiais necessários: garrafas pet, tesoura, terra, mudinhas ou sementes.

Procedimentos: Deite a garrafa pet e corte um dos lados da “barriga” da garrafa, sem atingir o fundo nem a boca da garrafa. Faça pequenos furinhos no fundo e coloque terra. Em seguida, plante as sementes ou as mudas e é só cultivar com cuidado. Como suporte podemos usar caixas de ovos para que não fiquem diretamente no chão e, de tempos em tempos, estes suportes poderão ser substituídos, pois podem apodrecer com a umidade que escorre do excesso da água pelos furinhos da garrafa.

Confecção de um minhocário

Materiais necessários para cada minhocário
Uma garrafa pet de 2 litros e uma menor de água mineral brita ou pedrinhas, terra, saco de lixo preto, minhocas.

Procedimentos
Corte a garrafa pet tirando o bocal. No fundo da garrafa pet coloque brita (não há necessidade de furar o fundo da pet). Sobre a brita coloque a garrafa menor (com água e tampa) dentro da garrafa pet. Ao redor, despeje a terra e largue as minhocas. Após terminar, utilize um saco de lixo escuro para envolver a garrafa, pois as minhocas não são acostumadas com claridade. Não é necessário molhar, pois a garrafinha com água fornece umidade para a terra, a não ser que seja uma região de excessivo calor, molhe de vez em quando, podendo colocar alguns lixos orgânicos sobre a terra para alimento das minhocas. Depois de dias, ao tirar o saco de volta da garrafa poderemos observar os caminhos das minhocas bem definidos. Volte a cobris com o saco de lixo evitando a luz para as minhocas.

Confecção de máscaras com massa de papel

a) Preparo da massa de papel para modelar: liquidificar o papel picado – para cada três punhados de papel picado, meio copo do liquidificador com água – bater e despejar em uma bacia e ir fazendo até ter bastante polpa. Espremer o excesso de água e adicionar uma colher de sopa de cola ou grude para cada “bolo” de massa de papel espremido e ir colocando em uma bacia. Quando tiver massa suficiente, é só começar a confeccionar a máscara.

b) Para confeccionar a máscara, fazer uma bola de papel jornal amassando várias folhas até formar uma esfera de forma ovalada. Sobre esta esfera, confeccionar a máscara.

c) Dias depois a máscara estará seca e poderá ser pintada, de preferência com tinta plástica ou acrílica.

d) Pode ser sugerida a confecção de potes, formas geométricas, além das máscaras, com os mesmos procedimentos.

Confecção de carimbos de cordão com restos de madeira

a) Colocar à disposição dos/as educandos/as os materiais necessários para a confecção dos carimbos: tocos de madeira (que podem ser solicitados em madeireiras ou fábricas de molduras, móveis) e cordão de algodão ou lã (o cordão é melhor).

b) Apresentar alguns modelos de carimbos com formatos variados (estrela, árvore, sol, lua, etc.).

c) Confecção dos carimbos propriamente ditos.

d) Confecção de um painel em grupos, utilizando os carimbos confeccionados.

Confecção de cartões com sucata

Apresentar diversos tipos de lixo de papel e papelão: revistas, jornais, caixas de embalagens, caixas de papelão.Cada participante escolhe materiais para elaborar um cartão ambiental utilizando técnicas sugeridas pelo/a professor/a:


*Dobradura;

*Recorte e colagem;

*Rasgadura;

*Confecção do cartão propriamente dita;

* Exposição e relato da confecção do cartão ao grande grupo.

Atividade de Educação Ambiental de Primeiro à Terceiro

A Educação Ambiental nas séries mais avançadas, além da conscientização, visa desenvolver, também, um senso crítico nos alunos a partir do momento em que constróem o conhecimento pela percepção e reflexão sobre a realidade vivenciada e experimentada por eles.Por estarem com uma capacidade de abstração mais desenvolvida, estes alunos conseguirão com mais facilidade relacionar os conteúdos de Educação Ambiental estudados na escola com sua vida em comunidade. Assim, aprenderão a buscar subsídios para abraçar uma luta visando uma melhor qualidade de vida ambiental.

As sugestões, então, são as seguintes:

Levantamento de materiais sobre o tema Águas (pelos alunos) como jornais, revistas, livros, vídeos, etc. É desejável, de preferência, que estes materiais sejam reproduzidos ou expostos em painéis (para serem lidos pelos alunos à medida em que chegam na sala de aula) para que todos recebam a informação e montem um arquivo próprio (pasta, caderno, apostila...).

2) Realização de Pesquisas de campo :

2.1) Discutir com os alunos o que é, como proceder e por que fazer pesquisas de campo;

2.2)
Levantamento de dados, realizado pelos alunos, com os agentes transformadores integrantes do bairro (moradores, comerciantes, empresários, dirigentes de associação de bairro) que possam qualificar as condições de vida no bairro;

2.3) Levantamento de dados quantitativos nos postos de saúde e escolas, para obter o número de atendimento por tipo de doenças, número de alunos por escola ...

2.4)
Observar os resultados para, em seguida, transpor estes caminhos e anotações para a planta do bairro, aproveitando para identificar os agentes transformadores deste espaço e pontuá-los na planta (associação de bairro, escolas, igrejas, comércio, indústria...)

3) Análise dos dados:

3.1) Produzir cartogramas com os dados. Pode ser feito sobre uma base topográfica ou sobre uma maquete;

3.2) Detectar pontos críticos e destacar áreas de risco para a saúde dos moradores.

4) Montar uma maquete geoambiental da bacia:

4.1) Reproduzir uma base topográfica e hidrográfica;

4.2) Sobrepor as informações já cartografadas.

5) Montar uma maquete sobre "O cíclo da Água". Seria interessante fazer uma representação tridimensional de como ocorre o ciclo natural e artificial da água. Esta ajudaria os alunos a entenderem quais os caminhos percorridos pela água, sua relação com o relevo, solo, vegetação, energia solar e as ações antrópicas. Pode ser feita com materiais simples e baratos (base de isopor e massa de farinha, sal e água pintada com guache ou tinta para tecido; base de papelão, modelado com massa de papel velho dissolvido em água e cola, ou ainda com base de argila.

6) Monitoramento:

Após comprovar a qualidade da água (com o uso do kit), o professor poderá realizar debates com os alunos, convidar outras pessoas do bairro ou da comunidade para fazerem outros debates (vários enfoques), além de orientar na elaboração dos resultados finais.

7) Produção de textos:

7.1) Elaboração de um relatório. Este pode ser feito em forma de artigo que possa ser mandado para algum jornal, revista...)

7.2) Produção de material para divulgação à população como panfletos, jornais, cartazes, etc.

7.3) Organizar um seminário com a participação dos alunos, dirigentes de associações, médicos sanitaristas, imprensa, etc;

7.4) Fazer a exposição dos trabalhos em forma de: painéis; teatro; poesia; gincanas; desenhos e pinturas.

Fonte:http://educar.sc.usp.br